ERA UMA VEZ... – SÉRIE CONTOS DE FADA
Boa noite caro leitor do blog Saber Jung.
Antes de qualquer coisa desejo ofertar um pedido de desculpas a você leitor deste blog, pois ficou acertado que iria postar sobre a série Contos de Fada sábado. Infelizmente não tive condições, pois tive um imprevisto, mas posto hoje.
Hoje será mais um aperitivo, vamos por assim dizer, mais uma introdução do que propriamente dito uma postagem recheada de informações.
Resolvi começar justamente nossa postagem de hoje com o famoso Era uma vez...
Os contos de fadas são uma variação dos contos populares ou fábulas. São estórias que foram originalmente transmitidas de forma oral. Eles possuem uma narrativa curta e iniciam-se pela famosa frase "Era uma vez", salientando que seus temas são atemporais, e estão presentes no inconsciente coletivo da humanidade.
Alguns temas fazem parte dessas narrativas como: confronto de gerações, confronto com o mal, velhice, morte, amadurecimento, nascimento, amor, ódio, inveja e amizade são alguns dos elementos que perpassam essas estórias.
Os contos de fadas começaram a fazer parte do estudo psicológico a partir da descoberta de Carl Gustav Jung da existência do inconsciente coletivo e seus arquétipos.
No entanto, o maior nome na Psicologia Analítica no estudo dos contos é Marie Louise Von Franz, discípula e colaboradora de Jung, que trouxe uma colaboração inestimável para a compreensão dos contos e sua importância no processo analítico.
Para a psicologia profunda os contos de fada representam uma simbologia muito concisa a respeito dos arquétipos. São de uma precisão muito interessante, pois são simples.
Afinal essas estórias representam nossos anseios, dificuldades e questionamentos mais profundos. Mostram um pouco de cada um de nós.
A meu ver, os contos de fada representam a expressão mais sublime de identificação com nós mesmos através das bruxas, ogros, vilões dos mais variados tipos e claro, os mocinhos e os heróis que tanto nos encantam.
Os contos de fada auxiliam de forma oportuna no nosso aprimoramento pessoal e interpessoal, na intersubjetividade. Nos nossos conflitos e relacionamentos.
Quando nos identificamos com um conto, podemos perceber que a situação-problema já foi resolvida de diversas maneiras com o passar dos anos no decorrer da humanidade.
E desta feita a estória terá um efeito rejuvenescedor e estimulante para o indivíduo.
Hoje caro leitor, foi somente uma amostra de como irei tratar essa nova série, de como irei abordá-la com o passar do tempo, como disse foi somente uma amostra. Espero que tenha gostado dessa introdução e até a próxima postagem.
Agora é aguardar um pouco, pois o blog também possui outras séries a serem abordadas por aqui. Até a próxima postagem sobre esse tema vai demorar um pouco, mas é bom que posso estudar mais e mais, e poder trazer até você o melhor da psicologia profunda.
Até a próxima.


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