O QUE APRENDI COM JUNG?
A postagem de hoje será mais do que reflexiva, será a retrospectiva desses dois anos e poucos meses de blog, um bebê, diga-se de passagem.
Quero dizer a você leitor do blog Jung na Veia, que você é mais que um leitor de um blog de filosofia e psicologia analítica, somos parceiros na jornada do conhecimento.
E nesses dois anos lanço a pergunta: o que aprendi com Jung? Muita coisa não é verdade? Sombra coletiva, inconsciente coletivo, processo de individuação, arquétipos, anima e animus e muitas outras situações.
Vejamos algumas delas:
A sombra coletiva manifesta-se o nosso lado mais sombrio, pois quanto mais o escondemos pior será...
No inconsciente coletivo temos mais dos nossos antepassados do que suponhamos...
O processo de individuação é o encontro consigo mesmo, o âmago da sua essência... Nas próprias palavras de Jung (O Eu e o Inconsciente, pág. 49) : “Individuação significa tornar-se um ser único, na medida em que por individualidade entendermos nossa singularidade mais íntima, última e incomparável, significando também que nos tornamos o nosso próprio si mesmo. Podemos pois traduzir individuação como tornar-se si mesmo ou o realizar-se do si mesmo”.
Arquétipo é descrito pelo psicólogo Carl Gustav Jung como um conjunto de imagens psíquicas presentes no inconsciente coletivo que seria a parte mais profunda do inconsciente humano. Os arquétipos são herdados geneticamente dos ancestrais de um grupo de civilização, etnia ou povo.
Os arquétipos não são memórias coesas e "palpáveis" no contexto ou definição clássica de memória, mas são o conjunto de informações inconscientes que motivam o ser humano a acreditar ou dar crédito a determinados tipos de comportamento.
Os arquétipos correspondem ao conjunto de crenças e valores comportamentais básicos do ser humano. Podem se manifestar nas crenças religiosas, mitológicas ou no comportamento inconsciente do indivíduo.
Anima e animus, o masculino e o feminino que há no homem e na mulher, sendo dito de uma forma mais simples...
Esses são só para citar alguns casos da psicologia analítica e a porção de coisas que aprendemos com Jung ao longo desse tempo.
A verdade é que eu aprendi com você leitor com sua crítica bem fundamentada e elogios sinceros, muito obrigado por se fazer presente na minha vida.
Obrigado pela quantidade de visualizações que são feitas todos os dias e pelos comentários bem elaborados. Sua presença é de fundamental importância para o sucesso do meu trabalho.
Afinal meu trabalho não é só informar e sim instigar o máximo que eu posso para que possamos ter uma avaliação crítica de nós mesmos, para os outros e conosco.
Essa é a verdadeira missão do escritor, despertar o que há de melhor nas pessoas e nele mesmo.
Os meus sinceros agradecimentos a você que desperta em mim a vontade de escrever sobre assuntos tão interessantes que são filosofia e psicologia analítica.
Até o ano que vem com mais postagens e novidades...
Muito obrigado,
Randerson Figueiredo.




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