O PODER DAS MÃOS.
Hoje o texto é comemorativo, cheguei a marca de 50 textos escritos, e para comemorar essa pequena grande marca escrevo sobre o poder das mãos.
Essa semana lendo um artigo científico em uma revista especializada, fiquei muito impressionado com o poder de nossas mãos.
Quando li a obra A Pré-história da mente de Steven Mithen na faculdade pude observar uma relação do artigo que li com o que o autor do livro quis transmitir com sua pesquisa.
No livro, ele descreve a evolução dos hominídeos com uma grande diferença em relação aos outros animais, a nossa postura, lançando como pano de fundo uma grande peça de teatro em cada capítulo.
O livro é bem interessante mas um pouco repetitivo; voltando ao assunto da revista, o poder das mãos consiste exatamente em usá-las. Mas não somente isso.
O uso das mãos expande o desempenho de nossos neurônios, e foi exatamente isso que resultou na diferenciação dos outros animais, a forma como utilizamos nossas mãos. Principalmente com a prática da agricultura.
Existe uma prática que é chamada de Toque Terapêutico e é utilizado com base nos conhecimentos da física quântica, comprovada cientificamente essa técnica tem ajudado inúmeras pessoas com diversas patologias.
Não vou muito longe, o próprio espiritismo utiliza a técnica de imposição das mãos, chamado passe, na qual transmite energias fluídicas a quem necessita.
São as mãos que embalam o bebê, que prepara a comida, que muda um objeto de lugar para o outro, que ajuda a dar à luz, que segura o caixão, que borda uma bela toalha de mesa...
Já aqui no Brasil, parece-me que os pés são mais utilizados, digo isso em relação ao esporte mais querido pela maioria das pessoas: o futebol.
Basta observar que em outros países o futebol é preterido, mas não aqui, aqui é uma verdadeira unanimidade.
Em outros países pratica-se: tênis de mesa, tênis, golfe, cricket, polo, water-polo, baseball, futebol americano, basquete, até campeonato de sinuca...
Acredito que também deva ser por isso que não sejamos tão desenvolvidos intelectualmente comparando a outros países, porque só pensamos em futebol, onde o juízo está nos pés e não na cabeça.
Até a próxima,
Randerson Figueiredo.





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