MENSAGEM # 87 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

abril 25, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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MENSAGEM # 86 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

abril 25, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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MENSAGEM # 85 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

abril 25, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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OS 50 MAIORES ERROS DA HUMANIDADE – BOA LEITURA

abril 25, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments




Bom dia leitor!

Hoje escrevo esta postagem para indicar uma obra maravilhosa, excelente, riquíssima em curiosidades históricas e que nos dá um banho de conhecimento.

Estou falando do livro Os 50 maiores erros da humanidade de Trajano Leme Filho, editado pela editora Axcel Books em 2004, o livro é um apanhado histórico sobre diversos fatos que marcaram a humanidade.

Dentre eles posso citar: a relação de Napoleão Bonaparte com Adolf Hitler, o atentado às torres gêmeas do World Trade Center em 2001, o naufrágio do Titanic, sobre a trajetória de Lampião, Bonnye e Clyde, sobre o petróleo e a história, Al Capone, entre outros.

A obra é sensacional.

A época adquiri o livro quando assistia a entrevista do autor no Programa do Jô (Soares) na rede Globo, isso já faz um bom tempo, em meados de 2004.

Esse livro é especial, pois ele apresenta através dos “erros” de personagens históricos revelações do porquê de ter dado errado e a história por trás de tudo.

Vale muito a pena adquirir esse livraço! Por ser um livro um pouco antigo deve estar esgotado nas livrarias, mas temos o excelente recurso da Estante Virtual, lá você pode ver o melhor preço e a qualidade de conservação do livro.

Essa foi minha indicação de hoje.

Fraternal abraço e até a próxima se Deus quiser.

Ficha técnica:

Livro: Os 50 maiores erros da humanidade
Autor: Trajano Leme Filho
Editora: Axcel Books
Ano de lançamento: 2004

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A ÚLTIMA TENTAÇÃO DE CRISTO – ANÁLISE DE FILME

abril 18, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments



Olá caro leitor deste blog.

Não foi à toa que guardei pra hoje a análise do filme A última tentação de Cristo, já que estamos na Semana Santa, nada melhor do que analisar um filme sobre esse tema.

E que filmaço diga-se de passagem!

Não se preocupe que não vou dar spoilers sobre a película, mas vou tecer alguns comentários pertinentes sobre a obra em questão.

Muito bem, o filme é dirigido por Martin Scorsese e adaptado de um livro, não especificamente da Bíblia onde o diretor poderia ter um manancial vasto do Jesus do Evangelho, autor Níkos Kazantzákis.

O filme causou uma grande polêmica, pois apresenta um Cristo muito humano, chego a dizer o retrato mais humano de Jesus da história do cinema.

O longa, assim como o livro de Kazantzákis, traz uma releitura sobre os últimos meses de Jesus Cristo (Willem Dafoe) antes da crucificação, mostrando-o, no início, como um carpinteiro que faz as cruzes com as quais os romanos crucificam seus oponentes.

O filme tem longos diálogos e é intimista. Essa estratégia de Scorsese valoriza a visão intimista da obra, ou seja, mais do que mostrar o sacrifício de Cristo, o que o realizador quer aqui é transmitir o que o processo significou para Jesus enquanto homem.

Se outros filmes mostram a grandeza de Jesus enquanto messias, destacando seu sacrifício e ensinamentos, como em A Paixão de Cristo; Scorsese apresenta em A Última Tentação de Cristo a obra definitiva sobre seu lado mortal, com todas as dualidades e temores de qualquer homem.

O filme de certa forma mostra Jesus em uma crise existencial, duvidando que um simples homem possa ser filho de um ser celestial. Tive essa percepção.

Ou seja, o diretor nos convida a enxergar tudo o que está acontecendo sob os olhos de Jesus. Ressalta a melancolia do protagonista em meio a tantas dúvidas.

Foi através desse filme, com a atuação impecável de Willem Dafoe, acredito que a melhor da sua carreira, que consegui me aproximar mais ainda da imagem inquebrantável de Jesus ofertado pela igreja e de grupos religiosos.

Vou parar a análise por aqui.

Sinceramente não entendi o escárnio de grupos religiosos a época do filme, como disse, o filme mostra o lado mais humano de Jesus, seu lado mais sensível e porque não dizer seu lado mais carnal.

Esse filme nos mostra com clareza que Jesus abriu mão de uma vida terrena para viver algo mais além. Mesmo com todas as suas dúvidas, medos e tentações.

Se Scorsese pecou foi por não trazer à tona um Jesus que as pessoas idealizam, acredito que é isso que incomoda, saber que o Salvador foi um ser tão humano quanto nós.

Até a próxima.


Ficha técnica

A Última Tentação de Cristo (The Last Temptation of Christ) — EUA, 1988
Direção: Martin Scorsese
Roteiro: Paul Schrader (baseado na obra de Níkos Kazantzákis)
Elenco: Willem Dafoe, Harvey Keitel, Verna Bloom, Barbara Hershey, David Bowie, Irvin Kershner, John Lurie, Harry Dean Stanton, Gary Basaraba, Victor Argo, Michael Been, Paul Herman, Paul Greco, Andre Gregory, Tomas Arana, Barry Miller, Leo Burmester, Steve Shill
Duração: 164 min

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MAIS DE 15.000 ACESSOS MENSAIS – BLOG SABER JUNG

abril 17, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments




A postagem de hoje é só para agradecer a você estimado leitor pelos mais de 15.000 acessos mensais nesta plataforma.

Muito obrigado.

Aprendo muito com você pode ter certeza disso, com cada comentário, curtida e compartilhamento.

Mais uma vez muito obrigado!

Sigamos em frente, acredito que ainda temos muito o que desbravar.

Um fraternal abraço e até a próxima.



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A MISCELÂNEA ORIGINAL DE SCHOTT – BOA LEITURA

abril 15, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments



Hoje vou indicar outra obra na série Boa Leitura.

Desejo reiterar que essas minhas indicações são aleatórias, ou seja, não significa que tem algo peculiar com os textos de psicologia analítica. É bom deixar claro que pode ou não ter relação com o pensamento de Jung.

São leituras que me acompanham há algum tempo e desejo dividir com você leitor deste blog.

Chama-se A Miscelânea original de Ben Schott, como o próprio nome diz é uma mistura, uma miscelânea de trivialidades, mas essas banalidades são bem interessantes.

- Os nomes dos 7 anões
- As linhas da quiromancia
- Os 12 trabalhos de Hércules
- O jantar da primeira classe e o número de provisões do Titanic
- Os assassinatos dos livros da Agatha Christie
- Como preparar um Dry Martini

Dentre outras curiosidades. O livro é fabuloso. Simplesmente maravilhoso você não quer mais parar de ler. Encaixa-se no gênero Almanaque e literatura humorística.

O autor dá a receita de um bom Bloody Mary, cita Hamlet na língua do pê e relaciona as pessoas que surgem na famosa capa do disco Sgt. Pepper, dos Beatles, de 1967: Mae West, Jung e Lewis Carroll, entre tantos.

Uma revelação interessante remonta aos séculos XVIII e XIX, quando o governo britânico criou impostos sobre o uso de chapéus, luvas e perfumes, chegando a taxar proprietários de imóveis pelo número de janelas!

Outra história curiosa: como Louis Braille, cego desde os 4 anos, inventou seu famoso código de comunicação com base num tipo de escrita noturna feita por um soldado. Ben Schott, aconselha a leitura aleatória do livro.

A edição brasileira da miscelânea foi traduzida e adaptada por Cláudio Figueiredo, que acrescentou histórias nacionais à obra originalmente inglesa.

Por isso, ao lado de frases famosas do escritor inglês Samuel Johnson, estão as do brasileiro Machado de Assis. Há ainda menção ao livro O linguajar da malandragem, publicado no Rio de 1940, em que Edmyson Perdigão apresenta gírias utilizadas pela bandidagem carioca: autopsiar significava "roubar alguém que está dormindo" e Jeremias a "criança que desperta quando o gatuno está agindo".

Em tom descontraído, o livro é um bem selecionado compêndio de temas que informam e divertem.

Até a próxima.

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O PROFETA – BOA LEITURA

abril 14, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments



Hoje indico a obra O Profeta de Gibran Khalil Gibran, um clássico da literatura mundial que é poesia pura, não pela metrificação da obra, mas pela profundidade das colocações desse grande artista.

Khalil Gibran era libanês e foi um dos maiores expoentes da cultura árabe. O livro aborda uma filosofia simples: procurar viver bem com suas escolhas, pensamentos e comportamentos.

O livro tem poucas páginas, mas não se engane, é de uma profundidade extrema e eu quando o li fiquei divagando durante semanas sobre suas perspectivas.

Al-Mustava é um profeta que viveu recluso por 12 anos no espaço privilegiado da cidade de Orphalese em que pode observar a vida e os costumes da população local.

O sentimento para deixar a cidade é dúbio, as pessoas pedem para que permaneça, mas diante da apresentação da necessidade da partida, acaba fazendo um discurso em que vão sendo desveladas em tom de parábola várias observações sobre temas humanos, demasiado humanos.

Nessa obra li sobre amor, amizade, relacionamento e trabalho quase que numa temática socrática, porque de certa forma estamos tão mergulhados em nossas vidas que esquecemos de abstrair o essencial, de olhar distanciado da situação.

E a cada leitura, sim, esse é m livro para ser lido e relido, travei vários questionamentos comigo mesmo, sobre meus assombros e questionamentos.

Quando tiver oportunidade de ler essa importante obra, não deixe para depois, uma profunda obra de transformação interior e análise filosófica.

A edição que li foi essa da capa, da Martin Claret, livro de bolso.

Até a próxima.

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SAÚDE MENTAL, RELIGIÃO, RELIGIOSIDADE E ESPIRITUALIDADE – PERCEPÇÕES NA PSICOLOGIA ANALÍTICA

abril 09, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments




Vou começar o texto de hoje com a seguinte pergunta: o que são religiões?

Prontamente respondo adaptando uma resposta de Jung: são sistemas psicoterapêuticos. E o que nós fazemos nos psicoterapeutas? Tentar curar o sofrimento da mente humana. Do espírito humano. Da psique. Da mesma forma que as religiões.

Acredito que as situações advindas dessas questões religiosas devem ser encaradas com seriedade pelos psicoterapeutas, como por exemplo: ressurreição e reencarnação.

Claro que devem ser vistas e revistas com lucidez, sem misticismo. Nada de invencionice, mas tratar com seriedade à luz de conhecimento científico, porquê não?

O Conselho Federal de Psicologia esclarece que: “Não existe oposição entre a Psicologia e a religiosidade, pelo contrário, a Psicologia é uma ciência que reconhece a religiosidade e a fé presentes na cultura e participam na constituição da dimensão subjetiva de cada um de nós. A relação dos indivíduos com o ‘sagrado’ pode ser analisada pelo(a) psicólogo(a), nunca imposto por ele(a) às pessoas com as quais trabalha.”

Vejamos este apontamento de Jung:

Encaro a religião como uma atitude do espírito humano, atitude que de acordo com o emprego originário do termo: “religio”, poderíamos qualificar a modo de uma consideração e observação cuidadosas de certos fatores dinâmicos concebidos como “potências”: espíritos, demônios, deuses, leis, ideias, ideais, ou qualquer outra denominação dada pelo homem a tais fatores; dentro de seu mundo próprio a experiência ter-lhe-ia mostrado suficientemente poderosos, perigosos ou mesmo úteis, para merecerem respeitosa consideração, ou suficientemente grandes, belos e racionais, para serem piedosamente adorados e amados. (Carl Gustav Jung, 1978).

Já para Melgosa(2009) há uma perspectiva interessante em relação a esses conceitos.

A espiritualidade nos remete a uma relação pessoal com o metafísico em que a pessoa busca uma identidade de vida, e que pode ou não envolver religião.

A religião nada mais é do que uma organização sistemáticas de crenças, práticas e ritualísticas conectadas com o sagrado, no entanto pode envolver regras sobre condutas orientadoras da vida num grupo social e contribuir para o desenvolvimento moral que consiste na subjetividade humana.

A religiosidade e espiritualidade podem afetar a saúde, reduzindo comportamentos considerados não salutares, tais como o consumo de substâncias psicoativas.

Jung criticava duramente os estudiosos do seu tempo que não pesquisavam de forma adequada a relação dos fenômenos religiosos.

Para Jung a alma é a própria inteligência.

Isso responde o fato de a pesquisa sobre espiritualidade ser fundamental para desvendar o processo de aprimoramento do ser humano como um todo. Muito importante para a psicologia.

O número de fatores que apoiam a existência da alma é enorme. Ou seja, sem a existência da alma seria impossível, acredito, todos esses fenômenos.

Para ser mais claro, toda expressão de desejo metafísico é um aparato de religião.

De acordo com os estudos de Melgosa (2009) é preciso esclarecer que a espiritualidade e a religiosidade não são iguais à religião.

Embora a religiosidade esteja integrada a função mental, a dimensão espiritual merece um aprofundamento específico.

Arquetipicamente falando, muitas questões como por exemplo: belo e feio (estética), bem e mal (moral) e Deus (transcendência) é algo que sempre esteve presente na história.

São arquétipos, o Self/Imago Dei/Si-Mesmo é um dos principais arquétipos que nos acompanham em toda a história da humanidade. A transcendência é também aquilo que nos move.

O estudo da religião, religiosidade e espiritualidade é de fundamental importância para tentar compreender a complexidade que é a mente humana.

A religiosidade nos remete ao fato de religar o consciente com certos poderosos fatores do inconsciente a fim de que sejam tomados em atenta consideração. Estes fatores são caracterizados por suas intensas cargas energéticas e intenso processo dinâmico.

Nise da Silveira relata que para Carl Gustav Jung, todas as religiões originam-se basicamente de encontros com esses fatores dinâmicos do inconsciente, seja em sonhos, visões ou êxtases. Esses fatores se apresentam encarnados em imagens dos mais diversos aspectos: deuses, demônios, espíritos.

Carl Gustav Jung reconhece “todos os deuses possíveis e imagináveis, sob a condição única de que sejam ou tenham sido atuantes no psiquismo do homem”.

Até a próxima.

Referências Bibliográficas:

JUNG, C.G., Estudos Alquímicos, Petrópolis: Vozes, 1990.
______ Psicologia e Religião. Obras completas de C. G. Jung, v. 11/1. Vozes, Petrópolis, 1978.
MACHON, H. O Cristianismo em Jung. Fundamentos filosóficos, premissas psicológicas e consequências para a prática terapêutica. Ed. Vozes, Petrópolis, 2016.
MELGOSA, J. Mente Positiva: Como desenvolver um estilo de vida saudável / Julian Melgosa: Tradução Lucinda dos Reis Oliveira – Tatuí – SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009.

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MENSAGEM # 84 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

abril 03, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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MENSAGEM # 83 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

abril 03, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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MENSAGEM # 82 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

abril 03, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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PATCH ADAMS – O AMOR É CONTAGIOSO | ANÁLISE DE FILME

abril 02, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments



Hoje escrevo uma indicação de filme muito interessante.

O filme se chama: Patch Adams – O amor é contagioso estrelado pelo saudoso Robin Williams e indicado pelo mesmo filme ao prêmio do Globo de Ouro como melhor ator.

O que dizer do filme? O filme é um primor.

Não vou dar spoilers, mas o que eu posso afirmar é que vale a pena assistir a cada minuto dessa linda história de amor ao próximo, superação e acreditar no que realmente podemos fazer.

É uma grande lição de vida. Pois Patch como médico acredita que o riso é peça fundamental para lidar com os entraves e dificuldades dos mais variados níveis possíveis.

No desenrolar do filme, acompanhamos os desenlaces e conflitos do personagem principal em busca de seus ideais, e percebemos o quanto ele lutou para conquistar seu reconhecimento e respeito.

O fato da história ser baseada em fatos reais faz com que despertemos mais interesse ainda em Patch. Não há como não dar risadas e se contagiar com a alegria do personagem.

O filme tem muita emoção. Principalmente da metade do filme em diante, onde uma desesperança e descrença toma conta do personagem, que apesar de permanecer forte na maior parte do filme, também tem seus momentos de revolta com o ser humano.

Quando estava assistindo ao filme, não pude deixar de perceber a influência dos métodos de Patch pelo mundo. Aqui no Brasil, por exemplo, temos os Doutores da Alegria, uma ONG que utiliza a figura do palhaço brincando de ser médico, despertando a alegria e o lado saudável das crianças.

A história de Patch Adams é cativante e emocionante. Ser agente de transformação e ser movido por sentimentos altruístas e humanitários são as características que tornam a figura principal desse filme tão inspirador.

Essas qualidades deveriam ser indispensáveis a todos. Cuidar do próximo é uma das grandes lições que Patch Adams nos ensina. Mas ele vai além, e nos mostra que a risada não é só o melhor remédio, como também é a “graxa” que lubrifica as relações de amizade.

Essa é minha indicação de filme de hoje, e caso você possua Netflix o filme está lá disponível.

Bom filme!


Ficha técnica
                                         Título: Patch Adams – O Amor é Contagioso
Título Original: Patch Adams
Direção: Tom Shadyac
Roteiro: Maureen Mylander, Patch Adams e Steve Oedekerk
Gênero: Biografia, Comédia e Drama
País: Estados Unidos da América
Ano: 1998
Duração: 115 min.
Sinopse: Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.

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