HALLOWEEN – A NOITE DO TERROR | ANÁLISE DE FILME

outubro 31, 2020 Randerson Figueiredo 0 Comments

Olá nobre leitor.

 

Hoje trago a esta plataforma mais uma vez uma análise de filme, desta vez um filme de terror intitulado Halloween, um filme de 1978 que teve vários reboots. Mas a análise de hoje será com o primeiro deles de 1978 de John Carpenter.

 

Mas aí vem a seguinte pergunta: o que um autor de um blog como esse que vos escreve; sério, comprometido e fiel às diretrizes que o acompanham desde sempre quer analisando um filme de terror?

 

Só porque hoje é dia de Halloween? Ou melhor, dia do saci para nossa cultura brasileira? Não a nenhuma das perguntas. O que me trouxe a resenhar um filme de terror foi o seu conteúdo.

 

Isso mesmo, o conteúdo do filme tem muito a nos ensinar.

 

Tem muito a esclarecer sobre como NÃO age um psicopata, ou pelo menos a grande maioria. O filme estrelado por ninguém mais ninguém menos que Jamie Lee Curtis no início da carreira fez um grande sucesso.

 

Particularmente é o único filme de terror que acompanho desde o início, desde o primeiro de 1978, A noite do terror e agora o mais recente de 2018 novamente com a Jamie Lee Curtis no seu papel de origem: Laurie Strode.

 

Eu gosto muito dessa franquia porque tem uma história muito consistente, não é como o Jason que aparece até no espaço, é brincadeira não é?!

Pois muito bem, a estrela principal do filme é o Michael Myers, um psicopata muito descontrolado que numa noite de Halloween vai à desforra na cidade fictícia de Haddonfield.

 

Em 1963 Michael uma criança de 6 anos numa noite de Halloween mata a própria irmã a facadas quando ela é surpreendida na cama com o namorado.

 

Só restava uma saída para Michael Myers, ser internado numa hospital psiquiátrico, 15 anos depois Michael consegue fugir do hospital e vai em direção à cidade que morava.

 

Obcecado pela lembrança de sua irmã assassinada ele parte para tentar matar a jovem Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) abrindo um rastro de sangue por onde passa.

 

O filme tem uma trilha sonora aterrorizante, marcante, veja:

 


Outro ponto que desejo destacar e o principal desta postagem: sobre a psicopatia. A grande maioria dos psicopatas não mata ninguém, eles destroem a vida com a vítima viva.

 

Criaturas como Chico picadinho, Pedrinho matador, Suzane Von Richthofen e Maníaco do Parque são exceções à regra que trazem um mar de destruição por onde passam.

 

O psicopata é o chamado perverso para a psicanálise.

 

Por isso quando eu decidi falar sobre o filme Halloween não foi à toa, pensei bastante antes de postar sobre esse filme. Mas justamente na intenção de me posicionar sobre essa questão.


Muitos podem até colocar que o Michael Myers era um misógino.

 

Tinha ódio. Era machista. Mas antes de tudo ele era sim um psicopata, daqueles mais extremos. Tinha prazer em fazer crueldades, em fazer maldades. Em matar!

 

O psicopata antes de tudo tem prazer com o sofrimento. Para ele é muito comum fazer sofrer e não aliviar a dor em nenhuma hipótese, por isso que para o psiquiatra Loomis (Donald Pleasense), o psiquiatra do Michael Myers ele era a encarnação do mal.

 

O filme teve muitas sequências e eu assisti a todas elas, algumas muito, mas muito ruins. As melhores são as que a Jamie Lee Curtis aparece: no primeiro, no segundo, no terceiro, em H20 (20 anos depois em 1998), Ressurreição e Halloween (2018) e agora numa produção deste ano de 2020 que só vai estrear em 2021, outubro, claro.

 

Minha postagem de hoje não foi com o objetivo de incitar você a assistir esse gênero, até mesmo porque é uma questão muito pessoal, mas suscitar um debate em torno da história central da trama, que versa sobre psicopatia.

 

Espero ter colaborado de alguma maneira para desmistificar sobre essas questões. Apesar do baixo orçamento, até mesmo a máscara de Michael Myers foi comprada numa loja próxima, das gravações. O filme foi de fato um sucesso. E mereceu ser.

 

Então é isso, essa foi mais uma análise de filme de hoje. Só mais uma coisa, antes que eu me esqueça: se você deseja me seguir na comunidade de cinema Filmow eu tenho um perfil lá, já analisei muitos filmes por lá, com muitos comentários.

 

É esse aqui - https://filmow.com/usuario/randersonfigueiredo

 

Muito obrigado desde já e até a próxima.

 

CURIOSIDADES DO FILME HALLOWEEN

 

Especial de Halloween: 14 Curiosidades sobre o filme Halloween.

 

1- O personagem “Michael Myers” foi inspirado em um garoto que John Carpenter (criador do filme) conheceu em um hospital psiquiátrico. Ele estava olhando por uma janela (cena que recriou no filme) e viu nele olhos tão cheios de ira que ficou impressionado, e decidiu levar para o filme.

 

2- Carpenter não tinha o intuito de fazer a segunda parte, por isso o final não é aberto e, nessa primeira parte, Laurie não é irmã de Michael, isso foi criado na segunda parte.

 

3- Em uma cena do filme em que Laurie está com Tommy no sofá, se vê que estão assistindo o filme “The Thing” que também foi dirigida por John Carpenter.

 

4- A máscara de Michael Myers é a mesma de William Shatner (Almirante James T. Kirk, do filme Star Trek) no filme The Devil’s Rain. A máscara foi comprada numa loja perto do local das filmagens e apenas sofreu algumas modificações para o filme.

 

5- A máscara de Myers tem um sentido metafórico. O assassino poderia ser qualquer um ou ninguém. Isso se demonstra no assassinato de Judith em primeira pessoa.

 

6- A origem do nome de “Michael Myers” é porque assim se chamava o distribuidor no Reino Unido do filme “Assault on Precinct 13”, o que caiu muito bem a John Carpenter, pois havia conseguido que o filme se apresentasse em vários festivais europeus, com muito boa recepção da crítica e do público

 

7- A música foi criada pelo próprio John Carpenter, que se inspirou em um exercício de 5×2 que seu pai lhe havia feito praticar quando era novo.

 

8- Foi o primeiro filme estrelado por Jamie Lee Curtis.

 

9- Halloween – A Noite do Terror foi rodado em 21 dias durante a primavera de 1978, com um orçamento de apenas US$ 325,000 e faturamento de US$ 47 milhões só nos Estados Unidos.

 

10- O nome do personagem de Donald Pleasence no filme, foi uma homenagem ao filme “Psicose”, que tem um personagem de mesmo nome.

 

11- A atriz Jamie Lee Curtis apenas foi escalada para ‘Halloween – A Noite do Terror’ por causa da publicidade em torno de seu nome, já que ela é filha de Janet Leigh, que atuou em “Psicose”.

 

12- Os atores usaram suas próprias roupas durante as filmagens, pois o orçamento do filme não permitiu que fosse contratado um figurinista.

 

13- De acordo com a produtora e roteirista Debra Will, a personagem Laurie Strode recebeu este nome por ser, na realidade, o nome da primeira namorada do diretor John Carpenter.

 

14-  A boneca original de Annabelle aparece no filme ‘Halloween – A Noite do Terror’.

TRAILER

 

FICHA TÉCNICA



16 de maio de 1978 / 1h 31min / Terror

Direção: John Carpenter

Elenco: Jamie Lee Curtis, Donald Pleasence, Nancy Kyes

Nacionalidade: EUA

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PENSAMENTOS ESCOLHIDOS # 38

outubro 28, 2020 Randerson Figueiredo 0 Comments

 


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POSTAGEM DE NÚMERO 500 + 500k DE VISUALIZAÇÕES! POSTAGEM MAIS QUE ESPECIAL – MOTIVOS PARA COMEMORAR!

outubro 23, 2020 Randerson Figueiredo 0 Comments

 


Olá nobre leitor, estimado, caro, caríssimo, prezado e nobre... É exatamente assim que trato você que lê esta página, você é parte principal do meu humilde trabalho.

 

Não tenho palavras para expressar todo meu contentamento neste momento de profunda alegria, há mais de 8 anos que acertamos nossos ponteiros nesta plataforma.


Tudo começou no dia 24 de setembro de 2012...

 

E já conversamos sobre os mais variados assuntos, desde análise de filme a poesias. Escrever esta postagem comemorativa de 500 postagens realmente é fantástico!

 

Admito, meus textos no início, logo nos três primeiros anos do blog eram sofríveis, eram textos que não possuíam uma verve autêntica e classe, mas acredito que com o passar dos anos fui melhorando.

 

Hoje seria um dos meus pensamentos escolhidos, mas será uma postagem mais que especial. Uma postagem para comemorar nossa interação e nosso aprendizado com tantos assuntos.

 

Pesquiso e pesquiso muito para trazer a você e também a mim sobre os mais diversificados assuntos, afinal de contas sou leigo nesta área e preciso de muita pesquisa para manter o blog ativo.

 

Não há autoditadismo que resista a tantas informações não é verdade?

 

E é assim que faço, leio todos os dias e escrevo também da mesma maneira, não somente para não enferrujar, mas principalmente para manter viva e acesa a chama que não pode nem deve se apagar.

 

Uma chama vivificadora e reluzente, capaz de moldar todos nós.

 

Acredito no poder da leitura, acredito no poder da educação e mais do que isso: acredito no ser humano. Se não acreditasse não estaria aqui a executar este expediente.

 

Por isso que a postagem hoje é para comemorar!

 

Ah sim, mais um detalhe importante: estamos chegando a quase MEIO MILHÃO DE VISUALIZAÇÕES, isso mesmo, 500 mil visualizações durante todo esse período do blog.

 

Estamos mais precisamente com 498.654 acessos. Dentro de alguns dias acredito que chegaremos a 500 mil visualizações. Para mim é uma marca histórica.

 


É ou não é maravilhoso?

 

E essa conquista devo a você estimado leitor que me acompanha diuturnamente nesta plataforma, que se emociona, que fica feliz e principalmente, que dá sua opinião de fato e de direito.

 

Agradeço imensamente a você leitor e por isso a imagem de abertura da postagem ser flores, oferto estas flores a você que está comigo desde sempre, ou se não está desde sempre, mas que passou a acompanhar os artigos.


E claro como hoje é uma data especial... Teremos lançamento de mais duas séries aqui no blog:

 

ü  Análise de desenho animado


ü  Psicologia para leigos

 

Quero aqui dizer que deixei um pouco de lado a série sobre contos de fada, pois estou a pesquisar sobre o assunto, mas em breve, muito em breve trarei mais novidades.

 

A estreia dessas novas séries está marcada se Deus quiser para o ano que vem.

 

A análise de desenho animado trará uma perspectiva menos lúdica a respeito desse assunto, vamos analisar juntos como os desenhos animados podem moldar a mente de uma criança e a psicologia utilizada nesse veículo.

 

A série psicologia para leigostrará sempre indicações de livros de psicologia, pode ser profunda ou não, mas será especificamente para eu resenhar uma obra das linhas de pesquisa. Sempre vou procurar trazer novidades.

 

A série Boa Leitura trará apenas indicações diversas e não mais uma mistura de livros que envolviam até mesmo psicologia. Para livros de psicologia agora como foi mencionado teremos a série Psicologia para leigos.

 

Então é isso, agradeço mais uma vez a você que me acompanha.

 

E que se possível que venham mais 500 mil acessos e mais outras 500 postagens se assim Deus permitir. Muito obrigado de coração e até a próxima.

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O DIABO VESTE PRADA | ANÁLISE DE FILME

outubro 17, 2020 Randerson Figueiredo 0 Comments

 


Olá caro leitor!

 

Hoje nossa conversa semanal será com a série Análise de Filme com a película O Diabo Veste Prada, estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway.

 

O filme é uma maravilha para os olhos... E para a mente também.

 

Digo em relação aos olhos, pois do início ao fim é um desfile de moda completo, com peças de vestuário fabulosas, muito belas, verdadeiramente excelentes.

 

E para a mente porque o filme não se encaixa somente dentro da perspectiva organizacional, da psicologia organizacional, mas vai muito mais além.

 

Acredito que as temáticas abordadas dentro da psicologia no filme são várias: escolha, felicidade x sofrimento, ego, sobre a inserção do sujeito no mundo contemporâneo, consumismo, prazer.

 

Então todos esses temas são mesclados de forma muito uniforme.

 

Anne Hathaway é Andy(Andrea) Sachs uma jornalista muito comprometida com seus ideais e que consegue um emprego numa das maiores agências de moda do país, na revista de moda Ranaway.

 

Sua chefe é ninguém mais ninguém menos que Miranda Priestly (Meryl Streep), uma verdadeira megera que comanda e dita as regras na então revista de moda.

 

O discurso de Andy no início do filme é de que o trabalho com moda será algo passageiro e que existe certa futilidade com esse tipo de trabalho.

 

Com o passar dos dias as coisas vão mudando e Andrea vai se familiarizando cada vez mais com o mundo da moda, com a arrogância de Miranda e com o seu trabalho.

 

O filme em si não aborda somente a questão da psicologia organizacional, mas muito mais do que essa questão: aborda o papel que temos em escolher o que desejamos.

 

Cada vez mais a protagonista vai imergindo no mundo que ela está inserida, que no caso é o mundo da moda. Marcas como Dolce&Gabanna, Prada e dentre outras dão o ar da graça.

 

Andy escolhe fazer parte daquele mundo, e começa a perceber que vai se distanciando dos seus familiares e amigos, porque está inserida em outro momento.

 

Miranda, famosa por seu temperamento hostil, é uma das mais importantes celebridades do mundo da moda. Eficiente e focada em sua carreira, é extremamente rígida em seu ambiente de trabalho, dificulta a inserção de Andy no perfil de trabalhadores do núcleo de produção da revista. 


A editora chega a chamar Andy de “a moça gorda” (para os padrões de beleza da revista), porém inteligente.

 

Ela começa a perceber que a realidade é bem diferente do que seu ego havia planejado. Ela num determinado momento passa a abraçar tão rapidamente aquele novo mundo que passa a agir como as pessoas que ela sempre criticava. 


Um dos pontos altos do filme.

 

Miranda é extremamente autoritária, deseja incessantemente gozo e satisfação pessoal através do seu trabalho. Mas para dar uma quebrada nessa imagem impecável da superpoderosa editora de moda, ela banca a fada madrinha de suas filhas.

 

Ela simplesmente realiza todos os desejos de suas filhas, mesmo que para isso tenha que acabar com a sanidade mental dos seus funcionários, principalmente Andrea, num determinado momento ela (Miranda) pede que Andy consiga os manuscritos do Harry Potter para que as meninas possam lê-los.

 

As ricas meninas são coibidas de passar por qualquer restrição, e assim, privadas do sofrimento, o que indica um sintoma marcante de nossa contemporaneidade, a satisfação a qualquer custo.

 

A meu ver a mensagem central do filme é ESCOLHA.

 

Andy sempre foi proibida de tomar as suas próprias decisões, sempre depositou no outro a responsabilidade por se tornar o ser horrendo que ela tanto criticava.

 

Quase no final do filme ela tem uma autorreflexão e passa a enxergar com mais clareza o que tem que se feito, o que realmente é necessário ser tomado como decisão para que sua vida possa ser tomada de volta.

 

Ou seja, ela passa a ser sujeito da ação, ao passo que antes ela não tomou as rédeas da situação e sofreu de fato dores, decepções e constrangimentos.

 

O ego fragilizado torna-se sujeito da ação. Um período de transição.

 

Esse filme sem sombra de dúvida é um aprendizado grandioso, uma lição de vida, pois nos mostra mais que relações interpessoais, mostra quem nós queremos nos tornar.

 

Outra pauta também observada no filme é a sociedade de consumo.

 

Um elegante desfile de moda é aberto do início ao fim. Um vestuário de cair o queixo, realmente roupas muito bonitas e bem delineadas, o que faz com que a fotografia do filme seja impecável.

 

Quando fui assistir a esse filme no cinema em 2006 com um grupo de amigos do colégio, não assisti com o intento que assisto hoje, obviamente, ainda era muito jovem, tinha apenas 16 anos. Cursava à época o segundo ano do ensino médio, nem sonhava em ter blog.

 

Hoje percebo que além das atuações espetaculares dos atores em cena, há algo muito maior escondido nas entrelinhas, que é justamente o que trouxe aqui hoje.

 

Ia-me esquecendo, tem uma parte do filme que mostra uma Miranda frágil e decadente, sem maquiagem, sóbria e triste, isso de certa forma foi elaborado para humanizar a personagem de Streep e não torna-la caricata demais. Acertaram na mosca.


Algumas curiosidades das filmagens:


Atrizes cotadas

Helen Mirren e Kim Basinger foram cogitadas para interpretar o papel de Miranda Priestly.

Primeira vez

É o 1º de dois filmes em que o diretor David Frankel e a atriz Meryl Streep trabalham juntos. O posterior foi Hope Springs (2012).

Não apareceu

Mamie Gummer, filha da atriz Meryl Streep fez uma ponta como funcionária da loja Starbucks. A cena foi deletada no corte final.

Repetindo roupa

A audição de Simon Baker para o papel de Christian foi feita com um vídeo que o próprio ator enviou. Na gravação, o ator usava uma jaqueta verde, desenhada por ele mesmo. O personagem Christian usa a mesma peça de roupa quando encontra Andy pela primeira vez.

Condição da top model

Gisele Bundchen aceitou participar do filme, mas impôs uma condição: ela não interpretaria uma modelo.

Preparação

Anne Hathaway se preparou para o papel trabalhando como voluntária por uma semana numa casa de leilões.

Mãe de verdade

Anne Hathaway posou com David Marshall Grant e com sua verdadeira mãe para a foto de Andrea com seus pais.

Miranda, no filme e no livro

No rascunho original do roteiro, Miranda explica como ela iniciou sua carreira, começando como assistente e trabalhando duro para chegar ao topo. No rascunho também contava que Miranda havia nascido em Pearl River, Nova York. A cena viria antes do momento em que Miranda confessa seu divórcio para Andy.

 

Entretanto, no livro homônimo que deu origem ao filme, Miranda nasceu com o nome de Miriam Princhek, de família judia, no extremo leste de Londres como assistente de um designer inglês. Ela foi começando a ficar conhecida no mundo da moda e passou a estudar francês para se tornar editora junior da revista de moda francesa Chic. Com 24 anos ela mudou seu nome para Miranda Priestly.

Fora de atividade há mais de um século

No filme, o jornal que contrata Andy é o "New York Mirror". O Mirror foi um jornal real que acabou em 1898 e teve em sua equipe o famoso escritor Edgar Allan Poe.

Leilão beneficente

O manuscrito que Miranda pede para Andy conseguir, custe o que custar, é o de Harry Potter e as Relíquias da Morte, sétimo da saga do bruxo. Um dos livros usados para representar o manuscrito foi vendido num leilão por US$ 586 e a renda foi direcionada para a Dress for Success, uma organização sem fins lucrativos que ajuda mulheres desfavorecidas.

Famosa revista de moda

Uma publicação da revista fictícia Runaway pode ser vista atrás da mesa de Emily, ao lado da máquina de fax. Existem três modelos de capa, baseados na capa da Vogue de 2004 com Priscilla Presley, Lisa Marie Presley and Riley Keough.

 

Prêmios

 

OSCAR

2007

Indicações

Melhor Atriz - Meryl Streep

Melhor Figurino

 

GLOBO DE OURO

2007

Ganhou

Melhor Atriz - Comédia/Musical - Meryl Streep

 

Indicações

Melhor Filme - Comédia/Musical

Melhor Atriz Coadjuvante - Emily Blunt

 

BAFTA

2007

Indicações

Melhor Atriz - Meryl Streep

Melhor Atriz Coadjuvante - Emily Blunt

Melhor Roteiro Adaptado

Melhor Figurino

Melhor Maquiagem

 

MTV MOVIE AWARDS

2007

Melhor Revelação - Emily Blunt

Melhor Vilão - Meryl Streep

Melhor Comediante - Emily Blunt  

Trailer

 

FICHA TÉCNICA

O DIABO VESTE PRADA



Título Original: The Devil wears Prada
País: Estados Unidos

Direção: David Frankel

Roteiro: Aline Brosh Mc Kenna

Elenco: Adrian Grenier, Anne Hathaway, Emily Blunt, Gisele Bündchen, Meryl Streep, Stanley Tucci, Tracie Thoms

Gênero: Comédia/Drama

Duração: 109 min

Ano: 2006

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PENSAMENTOS ESCOLHIDOS # 37

outubro 14, 2020 Randerson Figueiredo 0 Comments

 


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POR UMA SAÚDE MENTAL DE EXCELÊNCIA – POSTAGEM ESPECIAL

outubro 10, 2020 Randerson Figueiredo 0 Comments

 

Hoje meu caro amigo leitor do blog Saber Jung a postagem é especial, ou melhor, mais que especial. Um texto voltado às questões sobre saúde mental.

 

O texto de hoje, por uma saúde mental de excelência visa recorrer de uma forma mais ortodoxa sobre as diversas questões que nos atormentam, no que tange à saúde mental por assim dizer.

 

O Dia Mundial da Saúde Mental, criada em 1992, pela Federação Mundial de Saúde Mental (World Federation for Mental Health) é comemorado e lembrado hoje, sábado, dia 10 de outubro de 2020.

 

Esta data visa chamar a atenção pública para a questão da saúde mental global, e identificá-la como uma causa comum a todas as pessoas, ultrapassando barreiras nacionais, culturais, políticos ou socioeconômicas.

 

Além disso, combater o preconceito e o estigma à volta da saúde psicológica também são intuitos do dia. Algo realmente latente em nossa sociedade é justamente este estigma que tanto nos atormenta.

 

Eu disse nos atormenta porque não sei se você sabe nobre leitor, mas possuo um transtorno mental: Transtorno Bipolar de Humor. Descobri tal enfermidade em 2010 e de lá pra cá faço um rigoroso tratamento medicamentoso e psicoterápico com psiquiatra.

 

E por falar em psiquiatra, dedico a postagem de hoje ao meu psiquiatra: Luiz Antonio de Souza, um grande profissional que nutre pela medicina o empenho e dedicação necessários e faz jus ser chamado de médico, pois ele valoriza não só essa grande responsabilidade por ser médico, mas porque trata seus pacientes com esmero e muita paz e benevolência.

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece que saúde mental vai muito além de doenças psicossomáticas, ao reconhecer nossas capacidades e também limitações porque não assim dizer.

 

Por exemplo, falando um pouco a meu respeito, não posso uma série de situações: ingerir bebidas alcoólicas, tomar café, coca-cola, comer chocolate, dormir tarde da noite, “fuçar” o celular por muito tempo, usar o computador em demasia...

 

Mas por outro lado tenho muito a comemorar...

 

Durante esses dez anos, tive mais ganhos do que perdas, pode acreditar nisso. E o melhor, é que isso só depende de cada um de nós, já somos grandinhos o suficiente para termos consciência daquilo que realmente nos interessa, que é justamente nossa saúde.

 

E consciência é palavra-chave para destrincharmos todo esse imbróglio mental. Com a devida consciência do que podemos e do que não devemos vamos longe, muito longe.

 

Novamente falando sobre o Dr Luiz Antonio é também graças a ele que este blog existe, nossas conversas sempre muito agradáveis me levam a crer que mais faço um curso terapêutico do que uma psicoterapia comum.

 

Outro também que merece meu crédito é o grande Dr João Dummar Filho, um médico por excelência e que tem como primazia a tranquilidade e o amor pelo que faz do seu galardão.

 

Muito obrigado doutores, pelo que me proporcionaram e proporcionam, pelo que fizeram por mim, vocês dois tem mais que um simples paciente, tem um grande amigo que sempre podem contar pro que der e vier.

 

Dr João Dummar Filho atua em Fortaleza e além de psiquiatra é poeta, compositor e cantor. Um verdadeiro artista. Um grande artista. Dentre seus livros que mais merecem destaque é o seu PSICOPATOLOGIA E MAL ESTAR SOCIAL, vencedor do prêmio Rubem de Pinho de 2004.

 

Uma obra de relevante importância no cenário psicossocial nacional. Essa obra aborda a desinternação dos portadores de transtornos mentais no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Governador Stênio Gomes - CE, (HCTPGSG), buscando compreender os desafios vivenciados pelos familiares de doentes mentais com histórico de delitos no processo de desinternação.

 

É uma pesquisa de natureza qualitativa, realizada no período de abril a agosto de 2016, tendo como sujeitos os doentes mentais e seus familiares, com uma amostra de 90 prontuários jurídicos e 17 entrevistas.

 

Simplesmente fantástico! Afinal, pessoas que cometeram atos criminosos e que são delinquentes também merecem que olhemos para eles não com pena, mas com misericórdia e piedade.

 

E voltando a falar sobre saúde mental e sua importância de poder preservá-la, faz-se necessário perceber que nesse atual momento de pandemia possamos abrir ainda mais o coração e fomentar o que deveras necessitamos: paz e amor!

 

Pessoas que neste momento encontram-se isoladas e cada vez mais retraídas devem ser alvo de uma ampliada rede de sustentabilidade, para que possam ser alicerçadas sob uma égide de graça e paz.

 

Uma questão também que gostaria de salientar é a questão socioeconômica: pessoas que perderam seus empregos e estão debilitadas. A questão financeira é importantíssima também, é bom salientar.

 

Isso é desalentador...

 

Com base em emergências anteriores, espera-se que as necessidades de saúde mental e apoio psicossocial aumentem significativamente nos próximos meses e anos.

 

Investir em programas nacionais e internacionais de saúde mental, que há anos não recebem recursos, é mais importante do que nunca. A saúde mental é o que nos impulsiona.

 

Algo que sempre converso com o Dr Luiz Antonio, temos que tentar fazer o possível, ir em busca do acessível para assim conquistar o desejável.

 

Em nossas conversas lá no consultório sempre tocamos na figura de Jesus Cristo, e talvez seja esse enfoque não religioso, mas espiritual que me fez observar a vida com outros olhos, de poder enxergar o outro com mais parcimônia e cautela. De ver que o outro merece compreensão e respeito.


Sabe leitor, um dos meus sonhos é um dia, algum dia poder ajudar a criar uma ONG para ajudar pessoas com tais problemáticas: pessoas com transtornos mentais. Acredito que mais do que nunca abracei essa causa.

 

E já tenho até o nome, mas não revelo nem sob tortura...

 

Por isso que clamo aqui no meu blog, faz-se necessário um aumento de investimentos em favor da saúde mental. Gestores, governantes e membros de política pública olhem com mais atenção às pessoas que padecem com tais enfermidades, porque não é fácil.

 

Agora para não dizer que não falei das flores, abro uma crítica...

 

Porque que os que elaboram o DSM-V não tecem outras nomenclaturas em relação aos transtornos? É Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), Transtorno de Personalidade Antissosocial (TPAS), Psicose Maníaco-Depressiva (este último mudou para Transtorno Bipolar de Humor, acho até razoável), é uma nomenclatura que só faz distanciar do que realmente importa. Faz piorar toda uma gama de situações.

 

O lema da campanha desse ano é: "Ação pela saúde mental: vamos investir". Esse também é meu propósito, meu intento, estabelecer um vínculo forte para que todos nós possamos abraçar essa causa.

 

Afinal, sem saúde mental não vamos a lugar algum.

 

Se você que está lendo este texto e possui algum transtorno mental, por favor procure ajuda psicológica e médica (psiquiatra). É um assunto que jamais pode ser banalizado e nem escondido. Deve ser tratado com quem realmente entende e compreende: psicólogos e psiquiatras.


Aproveito novamente para agradecer ao meu psiquiatra e amigo Dr Luiz Antonio de Souza e ao Dr João Dummar Filho, os dois atuam em Fortaleza, pelas horas de conversa e pelos nobres conselhos com que me ofertaram. Muito obrigado meus amigos. Que Deus os abençoe.


Graças ao trabalho primoroso desses profissionais é que faço o que faço: escrevo livros, poesias, frases e pensamentos e muitas outras "cositas". E claro, mantenho minha sanidade de vento e popa.


Se faço o que faço hoje, também devo ao meu psiquiatra... Primeiro a Deus e depois a ele, claro. 

 

É importante dizer que não sou psicólogo e nem psiquiatra, mas um estudioso que apresento humildemente minhas pesquisas em psicologia profunda, filosofia, ciência e espiritualidade.

 

Espero que tenha gostado desse testemunho, foi do fundo do meu coração, pois sou grato a Deus por tudo que Ele faz por mim, e que através das pessoas nos impulsiona a ser melhores. 


Acredito que essa é chave para progredirmos, procurar sermos melhores a cada dia e não ler o Daniel Goleman nem o Dale Carnegie se achando os últimos refrigerantes gelados do Saara.

 

E para encerrar, diante de tudo que foi falado, cuidemos de nossa saúde mental, pois é dela que dependerá nossa jornada rumo aos recônditos da centelha divina que transcende a Verdade.

 

Um grande abraço a você que me acompanha nesta plataforma e até a próxima.

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