PENSAMENTOS ESCOLHIDOS # 74

fevereiro 27, 2022 Randerson Figueiredo 0 Comments

 


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POESIA MÍSTICA – BOA LEITURA

fevereiro 19, 2022 Randerson Figueiredo 0 Comments


Bom dia a você leitor desta plataforma.

 

Hoje é o dia da série Boa Leitura com a fantástica obra do poeta indiano Rabindranath Tagore, Poesia Mística (lírica breve) que reúne escritos únicos, o livro é uma verdadeira obra-prima.

 

Rabindranath Tagore (1861-1941) foi um poeta, dramaturgo, músico e pintor bramoísta indiano. Em 1913, se tornou o primeiro não-europeu a ser laureado com o Nobel de Literatura.

 

Compôs os hinos nacionais da Índia e de Bangladesh. Ficou conhecido também como ativista pela independência da Índia.

 

Tagore foi uma figura chave no intercâmbio cultural entre a Europa e a Ásia no início do século XX.

 

Para o poeta, Deus só pode ser encontrado no cotidiano e na criação, quando aprendemos a enxergar as coisas mais simples que estão ao nosso redor com olhos renovados, como se fosse a primeira vez. Em outras palavras, como diz um de seus versos, “Deus se cansa dos grandes reinos, jamais das pequenas flores”.

 

“Enquanto Deus espera que o seu templo seja feito de amor, o homem traz pedras” - Rabindranath Tagore.

 

Em seus escritos a liberdade desempenha um papel fundamental, principalmente no encontro com Deus. Assim a busca por Deus não é um fardo, mas um prazer.

 

E o amor é a própria manifestação da verdade. É a alegria que está na raiz de toda a criação.

 

Adquiri esta obra na livraria Paulus aqui em Fortaleza, por um valor bem acessível, o livro é o mesmo aí da foto acima, tamanho de bolso (pocket book).

 

Finalizo a postagem de hoje com esta indicação.

 

Vale muito a pena ler a obra deste grande poeta.

 

Desejo uma boa leitura!

 

Até a próxima!

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PENSAMENTOS ESCOLHIDOS # 73

fevereiro 14, 2022 Randerson Figueiredo 0 Comments

 


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DE REPENTE, NO ÚLTIMO VERÃO – ANÁLISE DE FILME

fevereiro 05, 2022 Randerson Figueiredo 0 Comments

Hoje será o dia de analisar um bom filme.

 

A película que apresento no blog Saber Jung hoje é fabulosa: De repente, no último verão. Com Elizabeth Taylor, Katharine Hepburn e Montgomery Cliff nos papéis principais.

 

Para começo de conversa, o filme é um verdadeiro teatro filmado.

 

Para quem gosta de bons diálogos e diálogos afiados é uma boa pedida. Eu assisti ao filme já faz alguns anos e sempre tive vontade de comentar por aqui pela maestria das abordagens da trama.

 

O filme é uma adaptação de uma peça de Tenesse Williams, o que configura toda uma caracterização teatral ao longa. Para a época considero um filme marcante devido a tocar na ferida de importantes questões sociais.

 

Como disse, assisti ao filme faz um tempo, assisti à época no canal por assinatura Telecine Cult, onde passa na sua grande maioria filmes um tanto quanto raros.

 

Como o filme deve ser um pouco difícil de encontrar, acredito que nas casas especializadas, se é que ainda tem, eu vou falar sobre a trama...

 

Bem, o filme retrata sobre homossexualismo, assassinato e lobotomia. Uma mãe controladora da aristocracia norte-americana interpretada por Hepburn assume as rédeas da família ao impedir que a história de seu filho Sebastian venha à tona.

 

Seu filho foi assassinado na Espanha, e sua sobrinha Catherine Holly (Elizabeth Taylor) sabe como tudo aconteceu e tenta silenciá-la ao tentar aplicar um procedimento chamado de lobotomia, pois ela supostamente tem crises de psicose.

 

Violet Venable (Ketrarine Hepburn) na verdade tem medo que a homossexualidade de Sebastian manche a história da família e interna sua sobrinha no hospital psiquiátrico do Dr. John Cuckworics (Montgomery Cliff).

 

Para a época eu percebi que as temáticas foram tratadas com muita sutileza, muita delicadeza por parte do diretor. O próprio Sebastian só aparece em sombras, o que evidencia o fato da temática gay ser um grande tabu.

 

Essa produção é um clássico para quem gosta de cinema de verdade.

 

Ótima direção, excelentes diálogos e interpretações de primeira.

 

Intenções obscuras, traumas destruidores, comportamentos controversos/odiosos e difíceis decisões. Os ricos personagens tornam tudo bastante intrigante.

 

A atmosfera diferenciada e misteriosa casa muitíssimo bem com as complexas personalidades, que se tornam mais e mais controversas com o andamento do longa.

 

Os diálogos cortantes e as longas sequências de caráter emocional poderoso são o ponto alto de "De Repente, No Último Verão". Vale muito a pena assistir ao filme.

 

Essa foi a análise de hoje. Espero que tenha gostado. Sempre que for possível trarei para a plataforma filmes um tanto quanto raros, mais antigos por assim dizer, mas as películas mais contemporâneas também farão parte deste blog.


Até a próxima.

Detalhes técnicos

Nacionalidade - EUA

Ano de produção - 1959

Tipo de filme - longa-metragem

Idiomas - Inglês

Cor - Preto & Branco

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