MENSAGEM # 96 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

junho 14, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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MENSAGEM # 95 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

junho 14, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments

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MENSAGEM # 94 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

junho 14, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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MENSAGEM # 93 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

junho 14, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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MENSAGEM # 92 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

junho 14, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments


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A BUSCA POR UM DEUS CONSCIENTE – PEDAGOGIA DE DEUS

junho 06, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments




Buscar a Deus é mergulhar na escuridão do inconsciente para alcançar a plena chama de luz consciente.

Randerson Figueiredo
Olá leitor do blog Saber Jung, o tema da série Pedagogia de Deus de hoje será: A busca por um Deus consciente.

Sempre, ou quase sempre, procuro retratar aqui a figura de Deus não o ser criador do universo, uma figura meramente teológica, mas com uma profundidade psicológica, a frase de minha autoria que abre essa postagem reflete isso.

Diante de tudo que já foi argumentado nesta série, podemos chegar a conclusão de que a religião fracassou. E porque estou escrevendo isso? Porque muitos de nós costumamos confundir Deus com religião e Deus com espiritualidade e o pior de tudo é confundir religião com espiritualidade.

Vou tentar tecer em um só comentário a distinção desses elementos:

Religião é uma garrafa com um rótulo, espiritualidade é algo dentro dela...

Muitos brigam pela garrafa e poucos bebem o conteúdo.
Desconhecido

A figura de Deus como muitos imaginam é a do criador do universo, mas já abordei diversas vezes aqui no blog que de alguma forma podemos entrar em contato com o Deus interior chamado de Self, si-mesmo ou Imago Dei (imagem de Deus).

Só podemos encontrar Deus quando temos a consciência atrelada aos eixos da nossa vida, caso contrário será uma busca desenfreada e sem elementos coesos e importantes.

Por exemplo, quando se fala em Jesus Cristo, Ele é a expansão da nossa própria consciência, do nosso estado de busca pela força maior criadora de tudo.

A questão é que a maioria das religiões vê essa força maior criadora e mantenedora de tudo como uma espécie de office boy que está ao nosso deleite para quando precisarmos.

Ou seja, é uma fonte meramente materialista. Eis aí a meu ver o grande fracasso da religião. Ela não pode resolver todos os dilemas universais, ela já teve sua chance.

A espiritualidade pode.

Precisamos voltar à fonte da religião, e meu caro e estimado leitor, digo com todas as letras, essa fonte não é Deus... É a consciência.

Ora, basta observar que os grandes mestres que viveram milênios atrás ofereciam algo que ia além de uma crença num plano superior, ofereciam algo muito mais inovador e ilimitado: a sabedoria interior, a consciência.

A questão é que Jesus, Buda e outros sábios eram também cientistas. Tinham uma maneira de chegar ao conhecimento que é muito parecido com a ciência moderna:

Primeiro vinha uma hipótese.

Depois a experimentação, para saber se era verdadeira.

Finalmente vinha a revisão dos pares, oferecendo novos achados a outros pesquisadores, para que reproduzissem a descoberta.

A hipótese apresentada há milhares de anos atrás tem três partes:

1.    Há uma realidade invisível que é fonte de todas as coisas visíveis.
2.    Essa realidade invisível pode ser conhecida pela nossa consciência.
3.    A inteligência, a criatividade e o poder de organização estão entrelaçados no cosmo.

Sinceramente, acompanhe comigo, esse trio de ideias que acabei de mencionar equivale aos valores platônicos na filosofia grega, que nos diz que amor, verdade, ordem e razão moldam a existência humana a partir de uma realidade superior.

A questão é que mesmo as antigas filosofias, moldadas há 5 mil anos, nos dizem que a realidade está conosco aqui e agora.

A grande problemática de tudo é que para muitos Deus é muito pessoal. Mas as grandes tradições não excluem esse Deus pessoal, mas englobam um Deus impessoal também.

Para muitos, Deus tem um rosto. A meu ver, esclarecer a ideia de um Deus impessoal é muito válida, pois a fonte mais profunda da religião que é a espiritualidade é uma base muito mais sólida do que conceitos passageiros que são apresentados na religião.

Vivemos a era do ateísmo, na qual a superstição do materialismo ganha cada vez mais espaço, pois o ataque não é contra Deus, mas contra a jornada interior.

Para os ateus cientistas a jornada sempre é externa, pois de outro modo todos os seus métodos desmoronam.

A ciência jamais atingiu uma objetividade pura e jamais atingirá.

Aí vem a grande pergunta: o que é realidade?

Comparo agora esse questionamento a uma antiga fábula indiana dos seis cegos apalpando um elefante.

Enquanto um está na tromba diz: parece uma cobra.

Outros estão na pata e dizem: parece uma árvore.

O outro no rabo diz: parece um galho de árvore.

E por aí vai. Os seis cegos representam os cinco sentidos e a mente racional. 

O elefante é Brahma, a totalidade do que existe.

Se você tiver somente os cinco sentidos e a mente racional jamais verá o elefante. Mas a questão é que o elefante existe, e já estava lá antes de nós esperando para ser conhecido.

Esta é a grande verdade da realidade unificada. Temos que ir além para ver o todo. Ir no mais profundo da consciência para encontrar Deus, para encontrar as respostas e anseios que necessitamos. 

O fato da religião não ter dado certo, não significa que uma nova espiritualidade baseada na consciência também não vá dar certo. A busca por um Deus consciente.

Afinal:

Deus é o máximo que há no meu íntimo; Eu sou o ínfimo que revela o máximo; Em busca do ideal para necessitar do mínimo.

Randerson Figueiredo

Até a próxima.

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DIVULGAÇÃO | FRASES DE RANDERSON FIGUEIREDO – DIZEM POR AÍ

junho 03, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments




É com muita alegria que estou aqui para divulgar o site DIZEM POR AÍ.

Este site divulga uma série de frases, dentre elas as minhas.

São ao todo 17 páginas das mais variadas frases, tipos e formas dedicadas às frases de minha autoria.

Assim como divulguei o site Frases da Vida há algum tempo, divulgo esse também.

Desejo agradecer a todos que apreciam e divulgam o meu trabalho. O meu muito obrigado.

Eis o link:

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O QUE É LOUCURA? DELÍRIO E SANIDADE NA VIDA COTIDIANA – BOA LEITURA

junho 03, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments



Resolvi fazer mais uma postagem, dessa vez da série Boa Leitura.

O título de hoje será O que é loucura? Delírio e sanidade na vida cotidiana do psicanalista Darian Leader defensor fervoroso da obra de Lacan.

Como o título sugere, trata sobre psicose e suas vertentes.

Mas de uma forma muito sutil o autor aborda esse assunto com um jeito muito perspicaz, pois será que só existe psicose (loucura) a partir do momento que conseguimos enxergar visivelmente traços patológicos de loucura?

Ou será que existe loucura de forma discreta? Sem que se perceba com profunda exatidão o que determina se uma pessoa é desequilibrada ou não?

Da imprensa, novelas e filmes seu retrato é sempre extremo. E é justamente isso que o autor deseja quebrar, esses paradigmas existencialistas no qual os portadores de desequilíbrio passam.

Sinceramente, leitor, o meu maior medo não é do desequilibrado patológico, mas sim daqueles que se dizem exageradamente normais, mas que são loucos em potencial.

Desses últimos estou fugindo a todo o momento, pois esses sim são capazes das maiores tragédias.

Esse livro do Darian Leader surgiu a partir de consultas com seus pacientes, num dos casos, ele conversou com um paciente cujo domínio linguístico era espantoso, mas no decorrer da conversa percebeu-se traços de loucura, pois ele falava de um reino que só existia em sua cabeça e com personagens instigantes, e acreditava piamente naquilo, que aquilo de fato existia, como se fizesse parte do seu mundo real.

Acredito que o louco pode perder tudo, menos a razão.

É isso que o Darian vai argumentar na sua obra. Acredito que estamos vivendo uma loucura silenciosa e compartilhada, e isso é muito sério.

Vou aprofundar isso em outra postagem, um post específico.

Você pode reparar como a loucura é tratada nos cinemas e principalmente nas telenovelas.

Por exemplo quando falamos dos vilões...

Ou eles se regeneram, morrem, são presos ou ficam loucos.

Isso é um completo desserviço. Como se a loucura fosse uma espécie de praga que se pega com um espirro. Ou um pecado mortal...

Espero que essa obra possa realmente ser um grande diferencial na vida de quem for lê-la. Fiquei realmente muito surpreso com muito do que li, e percebi que a loucura que conhecemos é somente a ponta do iceberg.

Há muito a desvendar, há muito a esclarecer e a desmistificar.

Espero contribuir um pouco com a indicação dessa obra, e que de forma elucidativa possa colaborar para facilitar a obtenção de informações a respeito desse tema.

Acredito que essa obra deve estar esgotada nas livrarias, mas como sempre aconselho a você nobre leitor a comprar os livros no site Estante Virtual, é bom frisar que não tenho vínculo com este site, apenas indico com a intenção de você poder adquirir a obra e por um bom preço.

                                     Link Estante Virtual - O que é loucura?

Ficha técnica

título: O QUE E LOUCURA? DELIRIO E SANIDADE NA VIDA COTIDIANA
título original: What is Madness?
isbn: 9788537811320
idioma: Português
encadernação: Brochura
formato: 16 x 23
páginas: 400

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A ILUSÃO DO LIVRE-ARBÍTRIO

junho 03, 2019 Randerson Figueiredo 0 Comments




Será que o livre-arbítrio é uma ilusão mesmo? Diante de tantos questionamentos será que podemos chegar a uma conclusão plausível? O que diz a ciência? Os religiosos?

Enfim, vou tentar tecer alguns questionamentos a respeito desse assunto.

A questão é que sempre imaginamos que somos completamente livres para escolher nossas decisões, mas será que essa “liberdade” realmente corresponde à realidade?

A meu ver a vitória do livre-arbítrio nunca foi completa.

Muitos acreditam que o nosso destino é completamente determinado pelas estrelas, pelos astros ou mais precisamente por Deus.

Mas aí chegaram uma leva de cientistas, mais precisamente os neurocientistas e são enfáticos em falar: o livre-arbítrio não passa de uma ilusão. E eles têm como aliados uma série de dados e testes que monitoram o cérebro em tempo real.

Dados comprovam através de testes que dados cerebrais foram atestados antes mesmo do que a pessoa fosse determinar o que fosse fazer. Tivese consciência, compreende?

Ou seja, o cérebro já sabia o que ia fazer, mas a pessoa não.

Seríamos como computadores de carne e nossa consciência a tela do monitor, sendo mais didático.

Um dos primeiros trabalhos que ajudaram a colocar o livre-arbítrio em suspensão foi realizado em 2008. O psicólogo Benjamin Libet, em um experimento hoje considerado clássico, mostrou que uma região do cérebro envolvida em coordenar a atividade motora apresentava atividade elétrica uma fração de segundos antes dos voluntários tomarem uma decisão – no caso, apertar um botão.

A atividade cerebral precede e determina uma escolha consciente. Em outras palavras: é o cérebro que “manda” na mente e não o contrário.

Exames com ressonância magnética também foram utilizadas em diversos experimentos, de apertar o botão, por exemplo, e mostraram que a atividade cerebral identificou qual botão apertar sete segundos antes do evento.

E essa pesquisa demonstra que sete segundos, convenhamos é um tempo bastante longo, concorda? Entre a atividade cerebral e o ato consciente.

O sentimento de querer algo ocorre após uma atividade cerebral e não antes. Ou seja, já existe uma atividade cerebral para qualquer atividade que possamos tomar, seja ela motora ou sentimental.

A consciência é um produto da nossa atividade cerebral.

A sensação de que existe um eu, que habita e controla o corpo, é apenas o resultado da atividade cerebral que nos engana.

Acredito que apesar de todas essas constatações, o mundo sem livre-arbítrio parece um tanto quanto estranho, pois também diversas pesquisas foram feitas, e asseveraram que pessoas que acreditam no livre-arbítrio são mais suscetíveis a serem emocionalmente mais equilibradas, honestas e saudáveis de uma forma geral.

Resumo da ópera: o livre-arbítrio é uma ilusão necessária, para manter o equilíbrio, a ordem. Para manter o castelo de cartas em constante equilíbrio.

Afinal, como somos puramente emocionais, somos movidos puramente pela emoção. E o pior de tudo, quando acreditamos que somos guiados pela racionalidade, no fundo no fundo estamos agindo pela emoção.

Diante de todas essas explanações o Deus onipresente, onisciente e onipotente estaria excluído de tudo isso, já que nossa livre escolha, o livre-arbítrio já estaria predefinido pelo nosso cérebro e não por Ele (Deus).

Portanto estou em busca por um Deus consciente, tema de uma próxima postagem.

O que você acredita diante de tudo isso? Deixe seu comentário, crítica, opinião. Será um grande prazer poder conversar com você, leitor.

Até a próxima.

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