MENSAGEM # 12 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

abril 17, 2017 Randerson Figueiredo 0 Comments


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MENSAGEM # 11 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

abril 14, 2017 Randerson Figueiredo 0 Comments


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LIVRO SABER JUNG – PERCEPÇÕES FILOSÓFICAS, ESPIRITUAIS SOBRE A PSICOLOGIA ANALÍTICA

abril 14, 2017 Randerson Figueiredo 0 Comments



É com muito prazer que apresento o livro do blog Saber Jung reformulado. Com nova capa e ao todo 50 textos esse livro traz o que há de melhor do blog.

“O livro Saber Jung surgiu a partir dos textos desenvolvidos por Randerson Figueiredo para o blog de mesmo nome. Um livro com temática filosófica mas com pano de fundo na psicologia analítica ou junguiana, baseado na obra de Carl Gustav Jung, importante psicanalista suíço discípulo de Freud. O livro apresenta inúmeras abordagens sobre os mais variados tipos de temas”.

O livro está à venda no site Clube de Autores.


Veja o link – Livro Saber Jung

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O QUE APRENDI COM OS DOIS LADRÕES? - PEDAGOGIA DE DEUS

abril 14, 2017 Randerson Figueiredo 0 Comments



Hoje o texto será simbólico e mais do que nunca filosófico e porque não teológico... Antes de mais nada desejo uma excelente semana Santa a você leitor deste blog.

Jesus quando exposto no lenho da Santa Cruz nos faz experimentar mais uma vez sua perpétua misericórdia quando da passagem do bom e do mau ladrão, Dimas e Gestas respectivamente.

Essa passagem encontra-se em São Lucas (cap. 23, vv. 35-43).

O bom ladrão não se desfaz de Jesus, como faz o mau ladrão. Muito pelo contrário, ele demonstra atitude de coragem, heroísmo, justiça e caridade.

Principalmente quando pronuncia a famosa frase: “Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino” (v. 42).

Portanto, o ato de comiseração do bom ladrão não se resume a um ato de arrependimento e de fé. Mas de todos aqueles predicados que falei anteriormente.

As boas obras de que fala São Tiago — que mereceu a resposta de Jesus: “Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso” (v. 43).

O mau ladrão repercutia o que diziam os príncipes dos sacerdotes, com o povo, escarnecendo de Jesus: “Salvou os outros, salve-se a si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus” (Lc 23, 35).

Interesseiro, porque pensava apenas em salvar a própria vida, o mau ladrão participa dos insultos do populacho e repete: “Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós” (v. 39).

Passando para os dias atuais nós podemos representar ao mesmo tempo os dois ladrões, da seguinte maneira:

Mau ladrão:

·        Sendo rebelde
·        Agindo de forma desordeira
·        Desacreditando das maravilhas de Deus
·        Insultando-o
·        Duvidando do seu poder
·        Sendo arrogante

Bom ladrão:

ü  Sendo misericordioso
ü  Agindo com prudência
ü  Respeitando seus preceitos
ü  Sendo humilde
ü  Amando ao próximo como ama a ti mesmo
ü  Mostrando verdadeiramente arrependimento

A páscoa representa a simbologia cristã alicerçada na fidelidade da nossa fé. 

E é nessa perspectiva que lanço esses questionamentos frutíferos que responde aos nossos anseios.

Podemos e devemos tirar muito proveito dessa passagem, afinal quem de nós nunca se comportou como o mau ladrão? Caçoando e sendo indiferente a Verdade?

O bom ladrão foi extremamente empático. E foi dessa forma com o grande Mestre, o Salvador, o que salvou sua vida. Colocou-se no lugar do outro, e o outro como disse era Jesus no caso.

Mas esse outro cotidianamente é o nosso irmão que sempre necessita da nossa misericórdia e muitas vezes não estamos nem aí para ele. Uma tragédia que se repete século após século.


Pois encerro o texto de hoje desta forma e desejo a você leitor uma excelente semana Santa e que Deus possa sempre derramar bênçãos em sua vida. 

*** Essa postagem faz parte da série Pedagogia de Deus - #pedagogiadedeus

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O MÁSKARA – UMA ANÁLISE PSICOLÓGICA

abril 01, 2017 Randerson Figueiredo 0 Comments



Quem nunca assistiu ao filme O Máskara levanta a mão...

Pois é, hoje iremos analisar esse filme estrelado por Jim Carrey.

O filme além de ser um excelente filme de comédia, é uma tremenda crítica social, pois veja bem, o sentido utilizado pela palavra máscara no filme tem pelo menos duas vertentes:

1ª – Máscara no seu sentido real.
2ª – Máscara no sentido figurado.

Quando Stanley Ipics encontra a máscara boiando de repente começa a perceber seu poder, antes aquele que era um sujeito sem perspectivas, descobre que tem muito a descobrir utilizando a máscara.

Acredito que a máscara que ele utiliza não é o objeto e sim o seu superego que está aflorado, passando por inúmeras situações divertidíssimas.

Coisa que ele não teria coragem de fazer sem a mesma.

Essa máscara é a mesma que utilizamos para lidar com as mais variadas situações e com os mais variados tipos de pessoas, afinal de contas vivemos num fingimento sem tamanho.

O filme é sensacional, pois mostra a realidade de forma muito divertida, tecendo uma crítica sem constranger quem está assistindo.

Tanto é que ele Stanley vai procurar um especialista em máscaras, mas não consegue encontrar uma solução para o seu problema. Ele até fala em forma de metáfora.

Quem for sábio o suficiente para entender o fundamento do filme, poderá entender que esta é uma inteligentíssima crítica social. O Stanley não é o mesmo com e sem a máscara. 

Ele precisa da máscara para se meter com os outros e enfrentar a vida que sem ela, ele nada é mais que um homem bobo.

O personagem Stanley tanto se escondeu atrás da máscara a fim de impressionar a cantora de seus sonhos, que na verdade a cantora famosa sabia quem ele era de verdade e gostava dele como ele realmente era, ou seja, sem a máscara, tanto assim que quando ele disse que se ela jogasse a máscara fora, só sobraria ele e a cantora de seus sonhos.

Joga a máscara fora e mostra que o ama assim mesmo do jeito que ele é. Importantíssimo material para o estudo da sociologia, psicologia e principalmente a psiquiatria.

Fique agora com duas cenas do filme. Depois trarei outros filmes para debatermos aqui neste espaço.



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