DEMÔNIO, SOMBRA E O LADO OBSCURO DA NOSSA PSIQUE
novembro 18, 2018
Randerson Figueiredo
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O tema de hoje será sobre Demônio, sombra e o lado obscuro da nossa psique.
Primeiro desejo esclarecer sobre a figura do demônio.
Uma figura que para muitos causa pânico só em pensar. Mas o que há por trás de toda essa história com o demônio é que é interessante.
No Velho Testamento, Deus estava acima do bem e do mal, Javé para ser mais preciso. Tanto é que a figura do demônio aparece apenas 4 vezes nesses livros sagrados.
Fez e aconteceu no Antigo Testamento, enviou pragas, endureceu o coração do Faraó, matou primogênitos, mandou Josué matar todos os inimigos do povo escolhido e por aí vai.
Sendo mais explícita ainda sobre a completude de Deus, a Bíblia diz: “Eu formo a luz e crio as trevas; eu faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas.” (Isaías 45:7 )
Todos esses argumentos comprovam a completude de Javé, Ele contém o bem e o mal, a participação de satanás no Antigo Testamento era limitada.
Mas logo em seguida apareceu Jesus, o Deus bom e satanás que tinha somente uma participação especial no AT ganhou status de mais que ator coadjuvante, de antagonista no Novo Testamento.
Satanás apareceu no Novo Testamento 66 vezes. Os seres humanos passam a viver na dualidade: não há bem sem mal.
Clemente de Roma um dos primeiros bispos da igreja católica, dizia que Deus governava com Jesus na sua mão direita e satanás na sua mão esquerda.
Depois Joseph Campbell, amigo de Jung fez uma declaração sobre a figura do demônio, ele disse que satanás é um anjo que não se reconhecia, é um poder que você negou a expressão e que você reprime. Como toda energia reprimida ela tende a crescer e se tornar perigosa.
Simplesmente sensacional essa percepção de Campbell.
O diabo está dentro de nossa psique, dentro de nós. E é melhor travar um diálogo amistoso com ele para evitar ser prejudicado. Caso contrário você pode projetá-lo em outras pessoas no mundo exterior. O que não será uma experiência nada boa.
Só alcançaremos à luz quando definitivamente aceitarmos que seu ponto de partida é a escuridão – Randerson Figueiredo.
Sempre digo que a sombra é uma figura conhecida, mas reprimida.
Quando ela se projeta aparecem os distúrbios como neurose ou psicose. Algumas dinâmicas compõem a sombra: medos, traumas, decepções e sonhos não realizados.
Essas situações podem projetar nos outros uma imagem que não gostamos nem um pouco.
Essa é a percepção de nossa sombra que pode sim se tornar algo bem maior do que podemos supor.
O diabo existe sim, mas dentro de cada um de nós, como bem disse Carl Jung: não somos somente anjos nem demônios, somos os dois. Assim como Deus (SELF/Imago Dei) existe resta saber qual deles será mais bem alimentado por você. Qual será mais nutrido e surgirá reluzente em sua psique.
Lidar bem com a sombra coletiva que existe em nós não é somente encontrar a luz que nos falta, mas saber procurar conviver com a escuridão que nos representa – Randerson Figueiredo.
Acredito que Joseph Campbell sempre esteve certo. Cabe a cada um de nós procurar conviver com essa sombra, com esse lado obscuro que tanto nos assombra, mas que é necessário para o nosso aprimoramento pessoal.
Até a próxima, se Deus quiser.
DEVANEIOS UTÓPICOS
novembro 15, 2018
Randerson Figueiredo
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Hoje o texto será mais um desabafo do que um texto filosófico. Publiquei-o ontem (14/11/2018) numa dessas redes (anti)[s]sociais. Resolvi incrementá-lo aqui no blog, colocar mais alguns questionamentos.
Vamos ao texto...
Ah a morte! O que é a morte senão um abutre ao comer carne apodrecida? Não somos nada! Absolutamente nada nesse infinito de meu Deus...
Questionamentos tais como: quem sou, de onde eu vim e para onde vou? Perdem-se no vácuo a espera de respostas bem elaboradas e conceitos bem definidos.
O que temos hoje é uma panaceia de elucubrações infinitas que ecoam sem rumo...
Tudo pronto! Tudo prático! Tudo realizado e realizável! Nada basta quando tudo custa! Hoje temos tudo meio que pronto, acabado e sem sentimento. Tudo finito e vendável; tudo maculado!
Os sonhos perdem-se no anonimato... Tudo vira bosta como diz a vovó do rock Rita Lee. E mais do que isso, somos retardatários na antiga busca pelo ideal, pelo belo, pelo maravilhoso. Pelo conceitual!
Continuo a acreditar na humanidade assim como me ensinou Jesus Cristo e o Bhagavad Gita. O primeiro por demonstrar que a sua dialética, a da compaixão, semeia por entre os povos em busca não de notoriedade, mas de amor. O segundo por mostrar numa linguagem poética entre mestre e discípulo a beleza de importantes lições.
Amor! Palavra radical que quem tem, hoje esconde para parecer menos antiquado diante daqueles que nada tem a oferecer. Presencio tanto egoísmo, tanto radicalismo e fundamentalismo, não somente religioso, mas indubitavelmente no seu mais amplo contexto.
Parece-me que realmente Umberto Eco estava certo, as redes sociais favorecerem ao aparecimento cada vez mais assustador em progressão geométrica de idiotas.
E o que mais me apavora é que as boas pessoas estão doentes. Péssimas. Acamadas. E os que se fingem de bons estão por aí a destilar seu veneno. Com um verniz de bom caratismo e com uma polidez que é de fazer inveja aos mais puritanos.
Depressão, síndrome do pânico, transtornos dos mais variados acometem os que realmente desejam fazer o bem, não só eles claro, é importante que se diga.
Vivenciamos o luto dos que morreram mesmo estando vivos. São pessoas que lutam bravamente, mas que padecem de enfermidades nunca antes reveladas.
E os cruéis estão aí espargindo sua maldade sem limites, mal sabem eles que existe uma lei, a lei do retorno que irá cuidar de cada um sem dó nem piedade, afinal já que aqui é um mundo de sofrimento, cabe a cada um redimir o que melhor lhe aprouver.
Essas mesmas pessoas acham que enganam os outros. Mas energia não engana ninguém. Com energia não se brinca. Com a espiritualidade não se tolera subterfúgios.
Muitas vezes chegamos a pensar que nascemos para sermos felizes. Ledo engano... Nascemos para fazermos o outro feliz, e assim continuamos numa escala evolutiva a progredir. A entoar o cântico dos cânticos.
É como um casamento.
Se conseguirmos ser felizes aqui neste planeta é devido ao grau evolutivo de cada um, ao aprimoramento pessoal que cada um desempenha, ao papel que tentamos traçar aqui. Sempre em prol do outro.
Sim, temos contas a acertar com a vida, não com a morte. Deixo esta para depois. Afinal é o último processo para recomeço de tudo...
Mova a direção do teu caminho em prol do outro e verás que a tua colheita será um rastro de luz que encontrará a suprema felicidade – Randerson Figueiredo.
Os liames da vida chegarão até nós de forma sorrateira, como quem não quer nada, para cobrar cada centavo, cada tostão do que se é devido. Às vezes uma palavra maldita pode mudar toda a história. Sei que muitas vezes não é nossa culpa, mas não podemos nos isentar sempre.
Acredito e continuo a acreditar nas pessoas, afinal é para servir que estamos aqui, para nos ajudar. Muitos não entendem ou fingem não entender, mas é isso mesmo, e assim vamos levando...
Traçando novos caminhos e quebrando barreiras, pois nesta vida somos semeadores do amor e coletores da bondade, por mais que haja escuridão, a luz que brilha no infinito será sempre maior que a treva que ressoa ao anoitecer.
É importante reiterar: não nascemos para sermos felizes. A busca constante de felicidade pode gerar obviamente a mais perfeita infelicidade! Devemos escutar a nossa voz interior (daimon) e acreditar que dias sombrios são necessários para o surgimento dos dias de glória.
Afinal...
O sol só deixará de brilhar quando a escuridão dos teus dias sombrios forem maiores que a imensidão dos teus dias de glória – Randerson Figueiredo.
Até a próxima se Deus quiser.
A EMPATIA DOS ANTIPÁTICOS
novembro 13, 2018
Randerson Figueiredo
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Hoje mais cedo escrevi sobre o lucro da maldade. Agora um pouco mais tarde senti a necessidade de escrever sobre empatia, uma capacidade tão carente em nosso meio.
Em um de meus pensamentos disse certa feita:
Empatia é o agasalho usado para enfrentar o gélido frio da indiferença – Randerson Figueiredo.
A empatia funciona como um agasalho mesmo, ela é capaz de aquecer os corações mais bravios e rebeldes. Devemos nos colocar no lugar do outro constantemente.
Mas isso infelizmente não ocorre.
Ao invés de termos empatia somos antipáticos com o outro e suas mazelas e dificuldades.
Sinceramente: é a falta de empatia hoje que acarreta os entraves que estamos fadados a encontrar pelo caminho. Tudo ou pelo menos quase tudo hoje é gerado por falta de empatia.
Sem empático é um dever.
Ser simpático é uma delicadeza.
Ser antipático é um entrave.
Por isso que reitero, sem empatia o mundo torna-se nebuloso, um lugar cada vez mais difícil de viver, uma dificuldade tremenda que nos suga caminho abaixo, num desfiladeiro sem fim.
Por isso os antipáticos não possuem empatia.
Eles fenecem por si mesmos, caem, são destroçados na própria arrogância e se vitimizam a torto e a direito. São pessoas capazes de tudo para não demonstrarem empatia por onde quer que passem.
E a nossa maturidade emocional está intimamente relacionada à capacidade de sentir empatia. É notório. Basta compreender que somos aquilo que projetamos e fazemos e não o que dizemos.
Um ser empático jamais irá agir com sobrecarga de energia negativa.
Pelo contrário, será proativo e desencadeará uma série de situações em prol do outro, nunca somente em benefício de si mesmo, para si mesmo. Será um ser que procurará harmonia nas relações e amor por entre os povos.
Pois que sejamos empáticos em demonstrar nossa simpatia, e que nossa antipatia seja quebrada com o passar dos dias, para que jamais sejamos reféns daquilo que nos atormenta e escravos do mal que nos alimenta.
Até a próxima se Deus quiser.
O LUCRO DA MALDADE
novembro 13, 2018
Randerson Figueiredo
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Olá caro leitor!
O texto de hoje será sobre o lucro que se tem com a maldade.
Engana-se quem pensa que a maldade não dá lucro.
Acredito que o que mais dá lucro nessa vida é a maldade, afirmo isso de forma incontestável. Ela, a maldade, representa não só o que há de pior nesta vida como faz o motor do capitalismo girar incessantemente.
Desde um simples assalto a transações internacionais a maldade faz seus números crescerem assustadoramente, haja vista que a sua própria crueldade por si só faz crescer os índices do mercado de ações.
Acredito sim que é a maldade que move esse mundo.
E a bondade? Onde foi parar a bondade nessa história toda?
A bondade age na surdina, mas age, ela também movimenta a economia, mas em menor (bem menor) escala. A sua antítese é bem mais satisfatória no que diz respeito a índices econômicos.
Digo isso principalmente em relação a tudo que nos cerca.
A maldade é visceral. Inconstante. Aproxima as pessoas de mesma faixa vibratória, o que não é uma raridade, pois grande parte das pessoas vibra em faixas inferiores.
Aí caro leitor é como se diz: mamão com açúcar. Juntar a fome com a vontade de comer.
Reitero que a maldade é o que mais dá lucro nessa vida.
Assassinatos
Sequestros
Mutilações
Guerras
Tráfico de armas e drogas
Tudo isso corrói uma sociedade, mas gera dinheiro, que para muitos é o que mais importa.
A polidez fingida de uma certa minoria, representa a verdadeira face oculta da violência sustentada pela voz da maioria – Randerson Figueiredo.
A face oculta da maldade reside na falsa percepção da bondade disfarçada de benquerer – Randerson Figueiredo.
Principalmente as guerras representam um cancro cruel em nossa sociedade. O tráfico de drogas e de armas então nem se fala. Tudo isso gira a roda gigante da economia dos países desenvolvidos. E esfacelamento dos subdesenvolvidos.
Tornam-se cada vez mais ricos às custas da desgraça alheia.
O mal ronda onde as cercanias do bem muitas vezes não conseguem alcançar – Randerson Figueiredo.
E você leitor deste blog acredita sinceramente que o bem terá vez nessa trinca de ases? Claro que não. A bondade é cada vez mais tolhida, vilipendiada e deixada de lado.
Numa sociedade que visa cada vez mais o dinheiro, o lucro e as próprias necessidades individuais, passar por cima do outro, não custará nada se esse for o objetivo das pequenas e grandes corporações.
E o que se deve fazer para impedir que essa máquina nos atropele?
A meu ver deve-se fazer a sua parte. Fazer o bem sempre. Acredito que não há nada pior para a maldade do que se deparar com a bondade e fazê-la sua guardiã.
Não se deve pagar o mal com mal. Nunca.
Acredito em minha humilde opinião e utopia das mais graves que o bem sempre prevalecerá, apesar de tudo que está acontecendo e que os índices mostrem o contrário.
A maldade é egocêntrica. O bem é tímido, mas age da mesma forma, até com mais intensidade.
A maldade pode até dar lucro, mas no final o acerto de contas será com a bondade.
Para finalizar o texto de hoje...
O anonimato do bem é muito mais intenso que a exposição despudorada do mal – Randerson Figueiredo.
Todo bom homem torna-se cego para as maledicências do mundo quando passa a enxergar com o coração as maravilhas do amor de Deus – Randerson Figueiredo.
Acredito até o último momento na bondade, é para ela que vivo, é para ela que eu sirvo.
Até a próxima.
UM BRINDE AOS SEPULCROS CAIADOS – PEDAGOGIA DE DEUS
novembro 12, 2018
Randerson Figueiredo
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Olá leitor deste blog!
Hoje ergo um brinde a ninguém mais ninguém menos que aos sepulcros caiados, aqueles que não fazem o que dizem e nem dizem o que fazem.
O que seria de nós se não fossem os sepulcros caiados?
Os falsos de plantão, que acabam por nos alertar sobre tudo o que acontece ao nosso redor e que sempre dão pistas sobre os próximos passos. Os deles, não os nossos, claro.
Hoje retorno a série Pedagogia de Deus com essa temática.
Está presente exatamente em Mateus capítulo 23 dos versículos 27 ao 32:
27 Ai de vocês, doutores da Lei e fariseus hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados: por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e podridão! 28 Assim também vocês: por fora, parecem justos diante dos outros, mas por dentro estão cheios de hipocrisia e injustiça. 29 Ai de vocês, doutores da Lei e fariseus hipócritas! Vocês constroem sepulcros para os profetas, e enfeitam os túmulos dos justos, 30 e dizem: ‘Se tivéssemos vivido no tempo de nossos pais, não teríamos sido cúmplices na morte dos profetas’. 31 Com isso, vocês confessam que são filhos daqueles que mataram os profetas. 32 Pois bem: acabem de encher a medida dos pais de vocês!
Essa passagem nos exorta a levarmos nossa fé de forma séria.
Pois caso contrário nos tornaríamos como sepulcros caiados, cairíamos no abismo de falar o que se deve e praticar o que se não deve.
Ou pior, vivenciar uma religiosidade de aparências.
Mas só Deus é capaz de perscrutar o nosso coração. Só Ele sabe o que sentimos, o que fazemos, quem realmente somos. De nada adianta burlar as leis divinas se a qualquer momento podemos ser pegos.
Não devemos ser bajuladores da mentira nem amigos da iniquidade.
Devemos amar a Verdade, ir em busca daquilo que nos liberta como está em João 8:32:
E conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.
Mas voltando ao tema central do texto.
Volto a perguntar: o que seria de nós se não fossem os sepulcros caiados?
Não conseguiríamos nem dar um passo a nossa frente.
Não conseguiríamos atravessar o caminho das veredas e não sucumbir aos ditames e liames que a vida insiste em nos ofertar, uma vida cheia de seduções e martírios.
São esses sepulcros caiados, esses falsos profetas, essas pessoas pérfidas que acabam por nos erguer. São eles que sem querer nos levantam. Mostram nosso verdadeiro potencial.
Essas duras críticas que essas pessoas cruéis nos atingem, me leva a crer que nos leva a perversão e não a conversão, pois nos afasta do caminho de oportunidades e nos faz atravessar um caminho perverso e cruel.
Jesus mostra que a religião formalista e jurídica não é meio de salvação, mas produz prática escravizadora; portanto, é frontalmente oposta àquela que deve ser vivida por qualquer comunidade cristã.
Devemos ser profetas, verdadeiros profetas.
Sal da terra e luz do mundo!
Abençoar e não amaldiçoar quem quer que seja.
Devemos compreender que nossa vida religiosa não é somente ritual, mas comprometimento, necessidade e desejo de proporcionar ao outro, melhorias em sua vida.
Dia desses conversava com um conhecido e ele soltou inúmeras verdades a meu respeito. Inverdades para se falar a verdade. Logo ele que possui dentro da família problemas esses que são gritantes. Não olhou para a trave que estava em seus olhos, preferiu me advertir ao invés de resolver o que tinha para resolver.
E ele é de comunidade cristã, só para vocês terem uma ideia. Acredito caro leitor, que dentro da religião há uma sombra imensurável, gigantesca, capaz de engolir quem quer que seja.
Se não somos capazes de dar uma palavra de conforto a quem quer seja, cala-te e escuta. Não queiramos ser a palmatória do mundo, os sepulcros caiados.
É a velha sombra a se manifestar, conceito esse de Carl Jung, já falei inúmeras vezes aqui no blog sobre esse assunto. Quanto mais se reprime a sombra, mais ela se manifesta. E quase sempre de forma violenta.
É para isso que estamos aqui. Para CO-LA-BO-RAR.
Mas para que isso ocorra, é necessário se colocar no lugar do outro.
Sentir o que o outro sente. Ou pelo menos procurar sentir.
Só assim saberemos o verdadeiro valor do servir e da eterna e suprema caridade.
Por isso que o brinde que ergui a essas pobres criaturas representa uma ruptura a antigos conceitos e a quebra de paradigmas com o passado.
Esses mesmos falsos profetas necessitam passar por essa experiência de humilhação, de incredulidade, de hipocrisia e principalmente de negação da Verdade. Só assim irão despertar para o que realmente importa.
Esses sim são os verdadeiros ímpios. Capazes de tudo e para tudo fazer do seu falso moralismo o seu baluarte para a mediocridade, erguendo a bandeira do cinismo e da sordidez.
Eu mais uma vez ergo um brinde a todos eles, afinal, são eles que nos mostram como não segui-los e como não ser definitivamente iguais a eles.
Até a próxima se Deus quiser.
A DITADURA DA BELEZA
novembro 08, 2018
Randerson Figueiredo
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novembro 08, 2018 Randerson Figueiredo 0 Comments
O corpo mais do que nunca continua sendo manipulado pela máquina capitalista, isso é um fato inquestionável, só não imaginava que pudesse chegar a níveis tão alarmantes.
Para Freud o corpo seria representado pelas expressões (Ego e Id), o Ego é a instância psíquica que se diferencia do Id que é o centro dos impulsos.
Trago essa temática hoje para o blog, pois há uma série de questionamentos a serem realizados. O texto será breve, sempre em respeito a você leitor, mas não menos questionador.
De todo modo será que somos escravos do consumo? Provando e aprovando o que a mídia dita? A todo instante e a todo momento somos rodeados pela massificação de produtos, o que nos leva de certo modo a um adoecimento.
No decorrer da história, o corpo passou por intensas transformações.
O objetivo desse texto é discutir justamente isso, como os padrões de beleza sofreram modificações e quais suas finalidades no decorrer da história. De forma objetiva claro.
Existe na sociedade uma busca desenfreada por autoestima.
Uma busca que não tem fim por satisfação pessoal.
Mas a principal preocupação é como se é visto, se é ou não chamado de sexy pelo famigerado olhar do outro. Ah o olhar do outro, o inferno constante dos hedonistas...
Busca-se a partir daí uma ditadura da beleza.
O corpo passa a ser um alter ego altamente sustentado por aqueles que desejam fazer do seu manancial corpóreo uma fonte dos desejos.
E o ovo da serpente: a mídia, prepara tudo ardilosamente, com requintes de crueldade, ou melhor, de sedução, captando recursos infalíveis para atrair a presa.
Resumindo: o corpo torna-se descartável, pois passa a admitir padrões incontestáveis de beleza praticamente inalcançáveis.
Até agora estava falando de um modo geral, mas quando se fala em mulheres o contexto dobra.
Mulheres brasileiras e no geral no mundo, alteram seios, nádegas e outras partes do corpo para se adequar a padrões estéticos. Isso não é só forma de aparência, é uma forma de identidade, necessária para serem aceitas na sociedade.
Será que essas modificações representam somente um processo de autoafirmação? Ou escravidão de padrões estéticos?
Porque algo que eu sempre percebi é que é o corpo que entra e sai de moda e não a vestimenta, não é o figurino. É um silicone de não sei quantos ml’s que tem que ser colocado...
Um preenchimento (botox) labial aqui...
Um ácido hialurônico acolá...
E de repente você que se achava uma brasileira nata, vira quase uma japonesa de tantos remendos e repuxados.
Devemos sim cuidar do corpo, mas a transcendência deve ser uma importante aliada no processo de individuação. Acredito piamente nisso. A transcendência deve vir junto.
Lógico que não me refiro a questão de saúde, isso aí já é outra história. Refiro-me principalmente a todas as pessoas que se submetem a intervenções cirúrgicas para se ter um ideal imaginário de beleza.
Para simplesmente agradar aos outros. Causar impacto.
De nada adianta ter um corpo perfeito, se a cabeça está vazia. E pelo que eu saiba não há ainda preenchimento cerebral. Pelo menos até o fechamento desse post, não estou sabendo.
Portanto para concluir, o corpo nesse ínterim é alvo de todos os sacrifícios, inutilmente, pois sabe aquele adágio? Mente sã em corpo são? Pois muito bem, primeiro deve vir à mente, para depois o corpo entoar a cantiga do fitness.
Então é isso caro leitor, por hoje é só.
Que a ditadura da beleza não nos alcance. Jamais!
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