FELIZ NATAL E BOAS FESTAS!

dezembro 18, 2016 Randerson Figueiredo 0 Comments



Já que estamos na semana natalina deixo esta bela seleção com músicas desta data. Que possamos apreciar com cautela e compreender o verdadeiro sentido que é o natal.

Um maravilhoso natal a todos!

Boas festas, só retorno em fevereiro se Deus quiser. Abraço!

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A VISÃO DO FAROLEIRO

dezembro 18, 2016 Randerson Figueiredo 0 Comments



Hoje caro leitor estou aqui para falar sobre a visão do faroleiro. O profissional que trabalha com faróis e que luta bravamente para se manter de pé diante das dificuldades.

Essa profissão de faroleiro tem muitos significados, uma das mais importantes é justamente servir de guia às embarcações para seu local específico.

Também salvaram muitas vidas e são responsáveis de manter em perfeito funcionamento aquele que é considerado em áreas isoladas um porto seguro aos navegantes.

É essa visão que desejo demonstrar hoje com esse texto.

Uma profissão tão importante que servirá de base para essas linhas que escrevo.

Atribuições dos faroleiros:

a)    Desempenhar as funções com toda dedicação, no sentido de manter o estado de limpeza, conservação e eficiência do farol ou balizamento;
b)    Fazer os quartos de serviços de acordo com o respectivo detalhe organizado pelo Encarregado do farol e registrar no Livro de Quarto todas as ocorrências que se derem no farol;
c)     Não permutar serviço sem autorização do faroleiro Encarregado do farol;
d)    Não se ausentar do farol sem licença do Encarregado;
e)    O faroleiro de serviço diurno do nascer ao pôr-do-Sol, tem sob sua responsabilidade a guarda do farol, zelando pela segurança, limpeza interna e externa, registrando no livro de quarto todas as ocorrências e alterações verificadas, dando ciência ao Encarregado de qualquer anormalidade;
f)    Morar nas casas que lhes são destinadas, zelando pelo seu asseio e conservação, e o mais próximo possível do recinto do farol quando não houver residência oficial;
g)    Não permitir visita ao farol durante o serviço noturno;
h)    Levar ao conhecimento do Encarregado qualquer ocorrência estranha à rotina do Serviço;
i)    Prestar todos os socorros possíveis e ao seu alcance aos navegantes em caso de encalhe e naufrágio, inclusive asilo, fazer comunicação para socorre-lo;
j)    Não abandonar o seu posto de Serviço a fim de que a vigilância não sofra interrupção, quer de Serviço diurno ou noturno;
k)    Conviver em harmonia e usar de toda urbanidade com todos os funcionários do farol e com estranhos em objeto de visitas;
l)    Apresentar-se devidamente uniformizado, mesmo em fainas; e
m)    No início e no regresso de licença ou férias, apresentar-se sempre ao Encarregado do farol.

E como se sabe, o faroleiro cuida do farol, responsável por mostrar o melhor caminho para as embarcações, o caminho mais seguro, mais confiável.

A visão do faroleiro é justamente essa: confiança.

Confiança de que tudo dará certo e que apesar dos pesares ele realizará o seu melhor trabalho.

Ou seja, sua visão é de fundamental importância a todos. Ela que garantirá um aporte seguro.

Outra palavra também muito forte: responsabilidade. Afinal de contas está nas mãos dele fazer o seu melhor e procurar não cometer erros.

E assim podemos ser como os faroleiros, cuidar do farol que ilumina nossas vidas. O nosso coração e a nossa mente.

Agora apresento um belo poema sobre ser faroleiro.

SER FAROLEIRO

É uma vocação forte, persistente, permanente
É abraçar um trabalho nobre, anônimo, silencioso
É orgulhar-se de seu serviço e de sua profissão
É ser auto-responsável
É ser honesto, acima de tudo, consigo mesmo.

É amar o seu farol como a si mesmo
É sentir seu funcionamento
É conhecer cada uma de suas partes
É ter intimidade com cada uma de suas peças ou parafusos
É esquecer o calendário e atentar para os nascer e ocasos do sol

É debruçar-se sobre o livro de quarto...
É dar prioridade ao essencial em detrimento do supérfluo
É saber economizar o perecível
É estar capacitado a obster-se dos confortos das cidades
É saber viver em silêncio e conviver com ele
É conviver com as ausências e compartilhar as carências

É contemplar a natureza, admirá-la e conserva-la, ainda que longe de tudo e de todos, sem testemunhas
É tentar conhece-la, entende-la e respeitá-la
É não temer o mar, mas aprender a vencê-lo
É poder sentir o seu cheiro e o gosto da chuva
É poder ver a chegada e a partida das tempestades

É comprovar que, depois, sempre vem uma bonança
É presenciar o mar encrespar-se e espelhar-se
É saber tirar ensinamentos das situações ruins
É lembrar-se dos seus antecessores e mirar-se neles
É ter a certeza de que muitos já sofreram, ali mesmo, situações piores e venceram

É saber dividir o dia e aproveitar-se de suas 24 horas
É bem empregar todo o tempo que a vida lhe dá
É resistir às noites de vigília
É poder trabalhar, estudar, ler e divertir-se
É descobrir um passatempo para não enlouquecer

É poder admirar o mar, o sol, o céu, as estrelas
É ter consciência de que pode ver e fazer coisas de que nenhum outro ser humano é capaz
É saber desfrutar o que de bom a vida lhe oferece, a cada momento, a cada instante
É sonhar com as nuvens

É saber pensar e dedicar-se às reflexões
É ser forte e resistir às tentações
É não se deixar vencer
É ser corajoso e decidido
É inventar e criar

É ter a certeza de que cada navio, à sua vista, depende dele
É ansiar por sua chegada
É contentar-se com os amigos que vêm, raros, de quando em quando
É pressentir a saudade aos vê-los partir
É quardar quantas histórias que terá para contar

É ser profissional, marido, pai, chefe e subordinado, tudo ao mesmo tempo
É saber conviver com a família e o trabalho
É transformá-los em lazer
É saber aliviar suas tensões
É conseguir adaptar-se a meio, ao momento, metamorfosear-se

É, enfim, e acima de tudo, saber ser Faroleiro.


Fonte do poema: A HISTÓRIA DA SINALIZAÇÃO NÁUTICA BRASILEIRA de NEY DANTAS

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A MENINA DOS OLHOS DE DEUS - PEDAGOGIA DE DEUS

dezembro 16, 2016 Randerson Figueiredo 0 Comments



O pobre, sim o pobre é considerado a menina dos olhos de Deus.

Chego a dizer que o pobre é vamos por assim dizer condenado a ser duplamente fiel em suas conquistas, escolhas e sensações.

Não pelo simples motivo de ser pobre, mas pelo objeto de sua condição humana, pelo que representa na sua totalidade como ser humano.

A vida de quem é pobre é cheia de altos e baixos, mais baixos do que altos o que é evidente, mas ainda assim é amparado na misericórdia divina.

O próprio Cristo que se fez homem e habitou entre nós veio justamente aos mais humildes, aos pobres e humildes de coração, uma clara alusão a quem realmente importa.

E o que eu não consigo entender é que imploramos por riquezas materiais cada vez mais, numa ambição desmedida capaz de fazer aflorar os sentimentos mais bravios.

Sei que saco vazio não se põe em pé, eu sei disso. Mas o necessário é o que basta.

Sei que esse meu discurso pode parecer piegas demais, mas é isso sim, cuidemos mais uns dos outros, ajudemos mais uns aos outros e sejamos mais solidários.

O pobre que se deixa humilhar, que deixa fenecer suas condições mais fortes e principalmente que deixa de querer ser destaque em todas as ocasiões, quando o ego prevalece.

É esse pobre que será a menina dos olhos de Deus.

Sim, porque venhamos e convenhamos, há pobres e pobres.

Tem pobre que o orgulho é tão grande que não cabe na própria casa em que habita. Esse tipo de pobre sofre, sofre e sofre mais um bocadinho até enxergar que ele não é o centro do universo.

A verdadeira pobreza que trato neste texto é justamente saber que o pobre é apenas um dos estágios que habita em nosso estado de regeneração.


Ser pobre é mais que uma condição humana, é uma constante que eleva nosso espírito a sermos resilientes e mais centrados não em nós mesmos, mas na miséria alheia.

# PEDAGOGIA DE DEUS #

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MENSAGEM # 6 # FRASES - RANDERSON FIGUEIREDO

dezembro 03, 2016 Randerson Figueiredo 0 Comments


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