UMA POSITIVIDADE TÓXICA
abril 23, 2022
Randerson Figueiredo
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abril 23, 2022 Randerson Figueiredo 0 Comments
Olá nobre leitor desta plataforma, boa noite!
Você deve estar estranhando o horário e o dia de postagem, postei ontem sobre a série contos de fada e um dia depois cá estou de volta, mas não estranhe, é assim mesmo, às vezes aparece uma vontade súbita de escrever.
O post de hoje será sobre uma positividade tóxica.
E no que consiste essa tal positividade tóxica? Algo de positivo que nos é imposto? Ou seria uma felicidade tóxica mesmo? O que de fato estou a falar?
Certa feita estava a assistir uma palestra de dois pesquisadores brasileiros e eles falavam sobre felicidade, era um homem e uma mulher, o pesquisador era um nome renomado da psiquiatria e a filósofa um nome também conhecido da filosofia.
Até aí tudo tranquilo, até o psiquiatra começar a desviar o assunto e começar a falar dele, de suas conquistas, de bater suas metas, de seus achados e nada de falar de felicidade.
Considerei estranho, haja vista a filósofa realmente procurar tratar do assunto com veemência e altivez necessárias a lidar com tal situação, sobre o que consiste a felicidade, citou filósofos e tudo mais.
Mas o que eu desejo salientar não é sobre a dispersão do psiquiatra sobre o assunto, mas dentro das minhas possibilidades tentar discernir sobre um assunto que é tema de séculos e séculos.
Somos colocados em xeque quando o assunto é felicidade.
A questão ontológica da felicidade foi colocada de escanteio em relação ao ter algo, ao possuir algo. Mas essa assertiva deve ser colocada com muito cuidado.
Ora, posso muito bem ser uma pessoa de posses, mas com zelo pelo próximo que muito afaga minhas feridas ao estabelecer com ele uma relação dialética de moral e ética. Ser altruísta. Perfeitamente possível.
O ser pode ser conjugado com o ter de forma plena, nesse exemplo acima é perfeitamente possível, ser alguém que tem condições e partilhar com o outro.
Agora o contrário acredito ser algo quase impossível.
Como é que eu posso ter antes de ser? Acredito que não dá. Se eu tiver antes de ser eu jamais conseguirei exprimir o que de melhor eu posso oferecer.
Então acredito que é uma questão de valores, de princípios e principalmente de prioridades. E o que está em jogo em nossa sociedade hoje?
O que está em jogo são os interesses, antes de mais nada.
Se acreditarmos que teremos felicidade antes de sermos algo, aí meu amigo as coisas realmente vão degringolar de uma vez por todas, esse passo acredito que está errado.
Porque se agirmos desta forma cairemos numa curva chamada de curva da felicidade, quanto maior for a curva, maior é a queda, ou seja será diretamente proporcional a quantidade de bens acumulados.
Normalmente quando se cai nessa curva aparece uma angústia sem fim, uma tristeza incalculável e uma melancolia sem precedentes. Ocasionando até em última instância o suicídio.
Acredito que devemos preservar nossos valores e princípios que não trocamos por nada deste mundo, nem pelo bem mais valioso e nem pela joia mais valiosa do mundo.
Como diz um ditado de sábios orientais:
Dinheiro perdido, nada perdido
Saúde perdida, muito perdido
Caráter perdido, tudo perdido
Se hoje estou aqui numa tarde/noite de sábado a escrever tudo isso especialmente para você que me acompanha e a você que passou a me acompanhar é porque acredito em tudo que estou a escrever.
E não me venha com essa de que crer é poder porque não é.
Isso também é uma forma de adoecimento, você acreditar que só porque crê em algo que aquilo vai se manifestar como num passe de mágica na sua vida...
Arthur Schopenhauer já havia cantado a pedra: nosso querer é infinito, mas nosso poder é limitado. Hoje somos inundados por propagandas das mais estapafúrdias, uma delas diz que viveremos e experimentaremos o infinito, vivendo sem fronteiras, que idiotice sem tamanho caro leitor.
Dia desses estava a ler O Sentido da Vida de um bispo da Bahia chamado Dom Valfredo Tepe da Editora Vozes, um livro muito bom, baseado nos ensinamentos de Viktor Frankl.
Acredito que é aí que está a chave da felicidade: saber o sentido da nossa existência, para onde vamos, qual a direção das nossas velas a singrar em busca a firmar no porto da felicidade.
Não existe vento favorável de quem não sabe para onde ir – Sêneca.
E o que observo é uma busca desenfreada pela felicidade, priorizamos tudo que não é necessário e evidenciamos de fato e de direito algo que não nos servirá.
Desprezamos valores e princípios que formam o leme e a chalana que podem nos levar de um ponto a outro de conquistas não materiais, mas espirituais, concisas e precisas.
Preferimos deixar esse barquinho, por vezes sem graça, a construir um gigantesco navio, quase sempre a infindáveis prestações, justamente para exibir aos outros, para dizer que esse navio é do tamanho da nossa felicidade, quando na verdade bem sabemos que se trata para compensar nossa falta de estima, nossa miséria e outras “cositas mas”.
Bem, não preciso nem dizer o que aconteceu com o Titanic não é?
Hoje supervalorizamos o ter, isso já é sabido, basta notar o prestígio de alguns países em detrimento de outros, se fosse por conhecimento e sabedoria a Grécia seria a maior potência do mundo, mas as grandes potências são outras, sempre colocando à disposição no rol de uma felicidade fake, ter as coisas, possuí-las...
Ou melhor, se deixar possuir por elas.
Falei muito sobre felicidade, mas e a tristeza? Onde está a tristeza nessa questão toda? Qual o problemas de vez em quando em se estar triste?
Sabe leitor, aprendi que patologizamos demais as situações.
Não vejo problema nenhum de vez em quando em ficar triste. É comum, pode de vez em quando acontecer. E não há nada demais nisso.
Às vezes quando estamos tristes já procuramos um médico, agora eu sei que quando esses períodos de tristeza se prolongam indefinidamente realmente é hora de procurar ajuda.
Até também acredito que estar excessivamente feliz a todo instante aí impera uma certa agonia, uma efusividade incontrolável que não condiz com a realidade, como se o mundo desabasse ao seu redor e a pessoa feliz, ou fingindo ser.
O equilíbrio é o melhor caminho, muitos dizem que a felicidade não é deste mundo, mas acredito que é sim. E perceber que os valores estão intimamente ligados com essa busca da felicidade.
Espero que tenha gostado da conversa, qualquer coisa é só mandar um alô, escrever um comentário ou enviar um e-mail com sua crítica e/ou sugestão, mantendo o respeito e a cordialidade, claro:
randersomfigueiredo@hotmail.com
É importante salientar que não sou psicólogo, psicanalista e muito menos psiquiatra, todas essas prerrogativas pertencem a minha forma de pensar e faço de tudo para que também pertençam a minha forma de agir.
Até a próxima.
A INFLUÊNCIA DOS CONTOS DE FADA | SÉRIE CONTOS DE FADA
abril 22, 2022
Randerson Figueiredo
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abril 22, 2022 Randerson Figueiredo 0 Comments
Bom dia a você que me acompanha nesta plataforma e aos que não me acompanham, convido a me acompanhar neste blog que versa sobre filosofia, espiritualidade e psicologia analítica.
Hoje o tema será com a série Contos de Fada, mais precisamente sobre a influência dos contos de fada, qual a sua simbologia, qual sua importância e o que o faz necessário nessa abordagem?
Existem algumas razões pelas quais a psicologia profunda estuda os contos de fadas, uma delas segundo Carl Jung é a de que nos contos de fadas onde se pode estudar a anatomia da psique.
Nos mitos e lendas pode-se obter uma gama de variedades através da grande quantidade de material cultural, é desta forma que a psicologia analítica consegue estruturar sua base de estudos em relação à psique humana.
Nos contos de fada, existe um material consciente culturalmente muito menos específico e, consequentemente, eles oferecem uma imagem mais clara das estruturas psíquicas (FRANZ, 1990: 25).
Os contos de fadas são divididos entre o bem e o mal, só por aí, por essa divisão pode-se estabelecer que passam valores e costumes, e elaboram a própria vida através de diversas situações e acontecimentos fantásticos.
Colocar esses questionamentos não só fomenta um aparato maior para as crianças, como também para que os adultos possam se enxergar com suas crises e angústias.
As fantasias representam simbolicamente o bem e o mal tão presente em nossas vidas. Há uma identificação colocada fora do tempo e espaço.
Segundo Jung, os contos de fada constituíram ao longo dos séculos uma forte base para o pensamento mítico, perpetuando-se no tempo para aprimorar o processo de individuação.
É através destes contos que pode-se tomar por base os arquétipos do inconsciente coletivo. Quando estes arquétipos vêm à tona, eles representam uma consolidação de arquétipos: sombra, persona, anima e animus...
E por falar em influência, o livro que hoje tomo por base para escrever este texto é A interpretação dos contos de fada de Marie-Louise Von Franz da Editora Paulus, 1990.
Eu vou tentar fazer uma explanação geral sobre a obra nessa perspectiva, sobre a influência nos contos de fadas em nossas vidas, de que forma esses contos podem nos influenciar.
Para Jung, mitos, contos e simbologias refletem uma espécie de retorno a infância da humanidade no qual o inconsciente coletivo guardaria por gerações essas estórias e simbologias.
À luz da psicanálise, os contos de fadas revelam os conflitos de cada um, a forma de superar estes conflitos e recuperar uma harmonia que tenta resgatar a concepção existencial de cada indivíduo.
A grande influência que a meu ver os contos estabelecem é de dar um direcionamento ao lado lúdico da criança e procurar estruturar e dar uma melhor formação a sua vida.
A análise terapêutica da psicologia profunda tem por base os sonhos.
Na maioria dos casos há bloqueios que inviabilizam um melhor aproveitamento da vida como um todo. Bloqueios que impedem a felicidade.
Para arrematar o texto de hoje, a influência dos contos de fadas em nossas vidas é de suma importância, pois permite trabalhar com imagens simbólicas que perpassam as estruturas da psique.
E estudar estes contos permitem ao homem e a mulher experimentar o caminho para a realizar seus poderes criativos.
Aos poucos vamos estabelecer contato nesta série, estou lendo os textos aos poucos, devagar vamos abrindo e experimentando novas possibilidades.
Até a próxima se Deus quiser.
Referência bibliográfica
Editora : Paulus Editora; 1ª edição (1 janeiro 1990)- Idioma : Português
- Capa comum : 242 páginas
- ISBN-10 : 8534914648
- ISBN-13 : 978-8534914642
- Dimensões : 19.8 x 13 x 1.4 cm
UMA NUDEZ SEXUALIZADA #DITADURANUNCAMAIS
abril 01, 2022
Randerson Figueiredo
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abril 01, 2022 Randerson Figueiredo 0 Comments
O nascimento de Vênus - Sandro Botticelli
Olá leitor desta plataforma, muito boa tarde.
Hoje será uma postagem comum, não será uma postagem formulada a partir de um dos tópicos das séries do blog, uma postagem voltada mais para uma reflexão, como sempre costumo fazer aqui.
Ontem, dia 31 de março, estava indo ao médico e no caminho fiz algumas observações acredito que filosóficas e de certa forma bem abrangentes quanto ao questionamento que vou fazer hoje.
Vamos começar nosso debate por partes...
Primeiro gostaria de dizer que os assuntos que trarei hoje aqui serão entrelaçados num só tema, tentarei ser mais objetivo e franco, você leitor merece isso.
Voltando a parte de quando estava indo ao médico...
No caminho passei a observar o comportamento das pessoas, alguns indo à academia, outros ao supermercado, outros à igreja e alguns indo ao médico como era o meu caso.
E observei o óbvio ou não tão óbvio assim.
Passamos a tratar a nudez de uma forma obscura e sexualizada.
Digo isso em relação a como as pessoas se comportam no vestir, como se comportam na não-elegância na utilização dos trajes e de que forma tomam tal atitude.
Percebo que cada vez mais há uma permissividade sexual envolvendo homens e mulheres no tocante não só no vestir, mas no falar e no comportamento no geral.
A nudez é algo natural, ou pelo menos era para ser tratada assim.
Mas sexualizamos, incitamos, provocamos e deliberadamente fazemos com que o outro permaneça em nossas mentes tendo mil e uma noites que assim como Sherahzade tecia suas histórias.
Hoje observo por onde quer que eu ande mulheres e homens que provocam uns aos outros e umas as outras, é algo realmente que me entristece.
Não estou dizendo para sair por aí com um saco de batatas amarrado com um cordão junto ao corpo, não se trata disso, por favor. A questão vai muito mais além. Não é somente o que se está a vestir, mas o que há por trás disso.
Esteticamente somos atingidos pelo belo, o belo nos atrai, a beleza que insinua faz despertar os instintos mais reprimidos e avassaladores. E isso de certa forma é adoecedor e eu considero problemático.
Mulheres que andam com trajes provocantes, com roupas que marcam até o pensamento, e homens também que delimitam seus corpos com trajes minúsculos. É constrangedor.
Agir desta forma é querer ser egocêntrico e narcisista, é tomar para si uma atenção que indevidamente é atrelada a algo perfeitamente banal e desnecessário.
Sabe-se que o belo á aprazível em qualquer lugar que ande, mas forçar a barra aí já passa do sexy ao vulgar, e pergunto: onde fica a regra de etiqueta de elegância e sobriedade?
Provocar o outro, atiçar a curiosidade e se refestelar com os olhos a meu ver não me agrada em nada agir assim. Muito pelo contrário, será mesmo que o que é bonito é para se mostrar?
Tenho cá minhas dúvidas. Pelo menos não dessa forma.
Afinal somos movidos pelo desejo, carnal preferencialmente. Quando esse desejo é movido por caminhos obscuros fica muito difícil resistir à tentação.
E por falar em tentação, só fazendo um link, acredito que é por isso que os padres, muitos deles, não todos claro, não resistem às tentações, são pegos em concupiscência ou até mesmo em apelos carnais, e o que é pior, envolvendo até menores de idade.
Voltando ao assunto, acredito que esse é um apelo para se sentir notado, visto e até mesmo cobiçado como um troféu.
Fazendo outro link...
Acredito que algo que maculou a família foi a pornografia.
Acessível, barata e claramente voltada a luxúria, a pornografia minou os campos verdejantes da família, tornando-os folhagens secas e degradantes.
Hoje fiz uma hashtag com o nome #ditaduranuncamais, pois muito bem, como inúmeras situações empobrecidas que começaram e que entraram aqui na ditadura militar uma delas foi a pornografia.
Fiz aqui algumas pesquisas na internet e tem até tese de doutorado falando sobre o assunto, realmente a pornografia representa uma porta bem larga para o não-amor.
E pode me chamar de antiquado, de conservador e de retrógrado.
Estou perfeitamente acostumado com isso, e até gosto, que me chamem assim, não troco meus valores angariados com tanto suor por nada desse mundo.
Fui criado pelos meus avós, e acredito que isso já diz muito.
Pois muito bem, a pornografia foi introduzida principalmente através de revistas como Playboy e Elle e Ella, e contribuiu para a disseminação do sexo desenfreado e sem limites, um relacionamento descartável, onde está em jogo o aproveitamento carnal e o não entrelaçamento de almas.
Vídeos também começaram a ser disseminados, piorando tudo.
Era essa a relação que gostaria de estabelecer no texto de hoje. Uma relação vil entre corpos e não um amálgama entre almas. Estamos na era de uma exposição tóxica, numa sociedade da transparência.
Onde quanto mais eu me exponho, mais eu me torno visto, mas menos eu me aprofundo nas relações interpessoais, tornando-as rasteiras e da profundidade de um pires.
A sociedade na qual vivemos é um espaço onde eu me anulo por uma curtida, por um comentário, compartilhamento ou até mesmo por um olhar e/ou por um amasso.
Temos sim que nos preservar, não só por uma questão de princípios, mas por uma questão de saúde, podemos evitar doenças e outros males físicos e psíquicos.
A nudez deve ser encarada como algo natural, sem rodeios, reitero.
A sexualidade deve ser aproveitada no seu mais amplo contexto, com cautela, jamais ver o outro como objeto, mas como um ser completo e complexo com suas nuances e lindos traços.
A minha análise de hoje não é para limitar ou cercear os limites das pessoas, de jeito nenhum, mas é uma reflexão minha sobre algo que chamou minha atenção.
Observar homens e mulheres se expondo dessa forma é algo desconfortante, de certa forma fere a mim enquanto ser humano, pois vejo o meu irmão, minha irmã expondo sua intimidade que só deveria ser revelada a quem de fato merece, seu parceiro(a)/cônjuge.
Mais uma vez deixo aqui o meu protesto #ditaduranuncamais.
Esse cancro deixado por esse período tão nebuloso da nossa história jamais deve acontecer novamente, um momento nefasto, horrível e deplorável.
Trouxe-nos muitas mazelas e consequências que temos até hoje. A pornografia é somente uma delas das inúmeras. Citei a pornografia para exemplificar e deixar bem claro o teor do assunto de hoje.
O corpo é um santuário, é algo sagrado, não deve ser profanado.
Torná-lo uma mercadoria é reduzi-lo a pó diante da sua totalidade que vai muito mais além de tudo, acredito que quanto mais recluso formos, mais recôndito se encontrar nossa forma de encarar a sexualidade melhor podemos nos deparar com o belo, com o amor que tanto nos encanta e somente assim não nos depararmos com tanta frustração e amores não vividos de forma satisfatória.
Espero ser bem compreendido com esta postagem, e se não for, tudo certo. Tentei deixar o meu recado, sobre algo que me instiga e que me faz enxergar a vida com outro prisma.
Se quiser me enviar um e-mail sobre sua opinião fique à vontade.
randersomfigueiredo@hotmail.com
Ou então escrever aqui nos comentários, da mesma forma será bem-vindo(a). Como bem disse São Paulo em uma de suas cartas a comunidade de Corinto: tudo me é lícito, mas nem tudo me convém.
No mais desejo um estupendo final de semana.
Fraternal abraço.
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- solidariedade
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