UMA PSICOSE SILENCIOSA, COMPARTILHADA E A ESCALA SIGMA – POSTAGEM ESPECIAL

junho 13, 2022 Randerson Figueiredo 0 Comments

 

Olá leitor desta plataforma, seja muito bem-vindo de volta ou a você que me visita pela primeira vez espero que possa contribuir pelo menos um pouco para elucidar algumas questões.

 

O tema de hoje será sobre psicose, a chamada loucura, eu particularmente não gosto deste termo, na minha humilde opinião é pejorativo e acaba por macular um indivíduo, rotula na realidade.

 

Particularmente acredito que participamos de uma psicose coletiva.

 

É como se achássemos bonito o “jeito diferente” do coleguinha que divide a nossa casa ou até mesmo o ambiente de trabalho, é como se esse jeitão diferenciado não pudesse trazer prejuízos além fronteiras.

 

Certa feita ao ler a obra “O que é loucura? – delírio e sanidade na vida cotidiana” do psicanalista Darian Leader percebi que o vespeiro é muito mais profundo do que se imagina.

 

Uma paciente dele, do Dr. Darian relatou uma história que havia acontecido com ela com uma riqueza de detalhes de espantar qualquer um, mas que no fundo no fundo escondia um desequilíbrio bem acentuado por parte da paciente.

 

O livro é cheio de relatos, mas não estou aqui para falar desta obra, que por sinal já indiquei aqui no blog outrora, mas principalmente tecer comentários a respeito desse desequilíbrio que nos atinge bastante, e que é um desequilíbrio silencioso e o pior, é compartilhado por quase todos nós.

 

Essa é uma questão de saúde pública.

 

O meu artigo de hoje visa traçar um paralelo sobre essa nossa psicose silenciosa e compartilhada e a escala Sigma, que é uma escala estatística que mede o índice de desvio de normalidade.

 

E o pior de tudo, quanto mais sigma mais anormal.

 

Sempre haverá pessoas psicóticas no mundo, isso é um fato, mas a questão é que com ao avanço da tecnologia deixamos de progredir em pé de igualdade com ela, ou seja, a psicologia, a ética, a sociologia ficam para trás diante de tantas consequências nefastas.

 

E não são pessoas abaixo da média, muito mas muito pelo contrário, são pessoas inteligentíssimas, mas que estão longe do padrão da normalidade. São emocionalmente e psiquicamente desequilibradas.

 

E será que temos realmente um padrão específico para determinar o que é ou o que não é normal hoje em dia, diante de tantas modificações que se espalham como rastilho de pólvora?

 

Antigamente na Idade Média um desses psicóticos poderia matar umas 20 pessoas de uma só tacada, e mais tarde o Rei deceparia sua cabeça. Mas ali eram outros tempos... O tempo hoje é bem diferente.

 

Hoje com o advento de inúmeras tecnologias alguém pode perfeitamente sequestrar um avião e matar mais de 1.000 pessoas de uma leva só.

 

E como funciona a escala sigma? Objeto do nosso estudo de hoje?

 

Funciona assim, para cada 1.000 pessoas psicóticas existe uma super-psicótica, chamamos de um “6 sigma”. E para cada 1.000 um “6 sigma” existe uma um “7 sigma”. Uma hiper-psicótica.

 

Sinceramente acredito que essa problemática viral que enfrentamos com diversas doenças surgindo a passos largos pode vir a ser decorrente dessa questão que nos assola.

 

Vírus modificados em laboratórios para servirem como materiais de manipulação às nações, principalmente as mais desenvolvidas que desejam ter seus ideais alcançados a qualquer custo.

 

Acredito que vivenciamos um terror psicológico, e em larga escala.

 

Casos de pessoas que “do nada” surtam e invadem cinemas, escolas e outras áreas cercadas de pessoas, armadas e disparam como se não houvesse amanhã são casos que se enquadram na escala sigma.

 

Sinceramente acredito que esse vírus que infectou o mundo todo, o corona vírus pode ter sido sim um vírus elaborado e manipulado para facilitar a vida geopolítica de muitos países, principalmente financeiramente.

 

O que lanço aqui neste texto é como identificar os sigmas que circulam mundo afora. Essa é a grande questão.

 

É um problema ético-policial-sociológico-jurídico-político absolutamente novo e exigirá soluções muito impopulares. Identificar, eis a questão.

 

Como identificar essas pessoas com nossas questões de sigilo, manipulação de dados e liberdade? Como não atingir a liberdade, ferir esse ideal de liberdade?

 

E identificar um “7 sigma” e não dispor o Estado em Estado de sítio e uma cultura policial extrema? Essas questões merecem ser revistas e o debate deve ser ampliado.

 

Lembrei-me agora de um filme com o ator Robin Williams, chama-se Violação de Privacidade e trata um pouco do que estou a abordar no texto de hoje. Vale a pena assistir, é um filme de 2004.

 

Acredito que depois do 11 de setembro esse perigo se tornou mais claro, outra situação que desejo mensurar são os cyberataques, ataques de hackers na internet. Isso também é uma demonstração de poder e porquê não dizer de desequilíbrio.

 

Sei que os norte-americanos têm muita tecnologia, mas e o restante do mundo? Será supervisionado por eles? Acredito que esse é um problema muito sério a ser resolvido.

 

Todos os dias, hospitais, indústria farmacêutica e médicos perdem arquivos importantes devido a esses ataques de vírus que infectam e-mails dos mais variados tipos, não me canso de falar, isso é deter uma amostra de 6 ou 7 sigma.

 

Essa questão tem que ser discutida, debatida a exaustão, afinal estamos à mercê de pessoas que de forma proposital ou não disseminam a maldade por onde quer que andem.

 

Essa psicose entrelaçada com a escala sigma é muito perigosa.

 

Como disse no início do texto: é uma psicose silenciosa e compartilhada que denuncia governos e membros de nações que deveriam estar dispostos a combate-los.

 

Estatisticamente existem cerca de 750.000 “6 sigma” no mundo e cerca de 2.750 pessoas “7sigma”, isso é muito preocupante. E o mais perigoso de tudo, é que não sabemos quem são.

 

Até a próxima.

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