A EMPATIA DOS ANTIPÁTICOS
Hoje mais cedo escrevi sobre o lucro da maldade. Agora um pouco mais tarde senti a necessidade de escrever sobre empatia, uma capacidade tão carente em nosso meio.
Em um de meus pensamentos disse certa feita:
Empatia é o agasalho usado para enfrentar o gélido frio da indiferença – Randerson Figueiredo.
A empatia funciona como um agasalho mesmo, ela é capaz de aquecer os corações mais bravios e rebeldes. Devemos nos colocar no lugar do outro constantemente.
Mas isso infelizmente não ocorre.
Ao invés de termos empatia somos antipáticos com o outro e suas mazelas e dificuldades.
Sinceramente: é a falta de empatia hoje que acarreta os entraves que estamos fadados a encontrar pelo caminho. Tudo ou pelo menos quase tudo hoje é gerado por falta de empatia.
Sem empático é um dever.
Ser simpático é uma delicadeza.
Ser antipático é um entrave.
Por isso que reitero, sem empatia o mundo torna-se nebuloso, um lugar cada vez mais difícil de viver, uma dificuldade tremenda que nos suga caminho abaixo, num desfiladeiro sem fim.
Por isso os antipáticos não possuem empatia.
Eles fenecem por si mesmos, caem, são destroçados na própria arrogância e se vitimizam a torto e a direito. São pessoas capazes de tudo para não demonstrarem empatia por onde quer que passem.
E a nossa maturidade emocional está intimamente relacionada à capacidade de sentir empatia. É notório. Basta compreender que somos aquilo que projetamos e fazemos e não o que dizemos.
Um ser empático jamais irá agir com sobrecarga de energia negativa.
Pelo contrário, será proativo e desencadeará uma série de situações em prol do outro, nunca somente em benefício de si mesmo, para si mesmo. Será um ser que procurará harmonia nas relações e amor por entre os povos.
Pois que sejamos empáticos em demonstrar nossa simpatia, e que nossa antipatia seja quebrada com o passar dos dias, para que jamais sejamos reféns daquilo que nos atormenta e escravos do mal que nos alimenta.
Até a próxima se Deus quiser.


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