SENHOR DO PRÓPRIO DESTINO
Já faz um tempinho que não cito Jung nos meus textos, invariavelmente escrevo mais sobre filosofia do que sobre a psicologia analítica propriamente dita.
Hoje com o texto “Senhor do próprio destino” será diferente, irei retomar a questão junguiana, a psicologia analítica em si, de forma breve.
Como sempre gosto de abordar meus textos com frases de Jung, aí vai mais uma delas: “O que não enfrentamos em nós mesmos encontraremos como destino.”
Essa frase foi dita sobre a questão Ego e Arquétipo. Frase lúcida e contundente sobre como devemos enfrentar a vida e de que forma podemos transformá-la sempre.
É como se fosse um bumerangue, no qual o lançamos com toda envergadura e força e ele um dia retornará para prestar contas, para prestar satisfações sobre como estamos levando a vida.
Essa, acredito eu seja a essência da frase de Jung. Um problema mal resolvido retornará em algum momento para um acerto de contas, seja ele pequeno, médio ou grande...
E chamaremos assim de destino. Devemos pois assim sermos senhores do nosso próprio destino, sabendo que há uma força maior que nós capaz de modifica-lo a qualquer momento chamado: Deus.
Mas tudo que está ao nosso alcance merece e deve ser cumprido da melhor maneira possível com pompa e circunstância como a ocasião merece.
Não devemos delegar tudo a Deus, nem Ele quer isso, acredito. “Esforça-te e eu te ajudarei”, está na Bíblia. Mais do que estar na Bíblia, esta palavra deve estar em nossos corações.
No sermão da montanha em Mateus capítulos 5 ao 7 Jesus nos brinda de forma eloquente (é até redundante falar isso não é?) de como devemos agir com nós mesmos e com nosso irmão.
Ele faz um resumo de todos os principais ensinamentos Divinos e de como devemos enfrentar a vida, levando sempre com sabedoria e humildade um dos maiores ensinamentos do Cristo: “amai ao próximo como a ti mesmo”.


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