# SÉRIE PECADOS CAPITAIS # 1 # INVEJA – DE OLHOS BEM ABERTOS
Inicialmente peço desculpas por não ter postado sobre inveja semana passada, tive alguns contratempos.
Iniciando a série pecados capitais, hoje começaremos com a inveja. A meu ver, um dos piores pecados capitais, senão o pior. Muitos até falam abertamente, a mas a luxúria é ótimo, não tenho vergonha de praticar a luxúria... A gula? Esse pecado aí eu me farto de tanto comer... Mas a inveja...
A inveja é traiçoeira, acabrunhada, dissimulada, envergonhada. Pode perceber que ninguém diz que sente inveja, na verdade diz que é invejado.
E o ponto crucial do nosso texto começa aí caro leitor. A inveja deriva da vaidade, no prazer de se exibir, de se destacar, de chamar a atenção. E isto está presente em todos nós.
Outro ingrediente que nos acomete é a comparação. Nos sentimos agredidos em função do sucesso de outrem, ela não necessita ter feito nada contra a gente, mas somente isso desencadeia uma série de situações negativas conosco. A sensação de estar por baixo.
Nesse ínterim surge a sombra coletiva que dá o ar da graça quando a questão é inveja. Mas de que forma? Bem, trabalhando de todos os lados possíveis.
Meticulosamente a pessoa invejosa, ou o invejado, traça de forma bastante sutil todo o plano para se alcançar o tão esperado prêmio que é o objeto invejado.
Já citei aqui inúmeras vezes a sombra coletiva, e é nesse sentido que trabalhamos o sentido de inveja nas pessoas. O lado cruel que todos nós possuímos.
Vamos ser sinceros, invejar algo de outra pessoa é como assinar um atestado de fracasso.
É aquela questão: você pode ser feliz, mas não mais do que eu.
E o olhar, a inveja baseia-se pelo olhar. Quanto mau-olhado não recebemos e ofertamos durante a nossa vida, hein? Até mesmo institivamente, e quando nos deparamos somos assombrados pelo terror de sermos um ser invejoso.
Agora só nos resta controlar nossos impulsos e questões mal resolvidas, pois desta forma poderemos agir interiormente e controlar essa situação de forma segura e com perseverança.


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