O ESPÍRITO BENEVOLENTE

maio 06, 2014 Randerson Figueiredo 0 Comments




Como é bom encontrar pessoas capazes de se doarem por inteiro a causas que levam a um gozo de direitos e atitudes benéficas não só para si, mas ao semelhante.

Por isso que hoje escrevo sobre O Espírito Benevolente, um espírito que pratica a caridade sem olhar a quem, não a caridade financeira, mas a caridade moral que é a mais complicada de se atingir.

A caridade financeira é muito fácil, basta abrir a carteira, já a caridade moral temos que abrir os recônditos da alma, abrir o coração, nos entregar de corpo e alma, mais alma que corpo.

A forma como se faz a caridade reflete em grande parte quem somos e para onde vamos. Com que finalidade nos debruçamos sobre o martírio alheio.

Ter compaixão com a tragédia alheia remonta a um caso específico de que ser benevolente não é louvável é uma grande obrigação que temos mais conosco do que com o nosso irmão.

E não falo em simplesmente no anúncio de Cristo, mas até mesmo aqueles que não compactuam com esta ideia(a ideia de ser cristão) devem e merecem nosso respeito, pois no final das contas também colaboram e até de forma mais assertiva do que aqueles que enchem a boca para dizer: Eu sigo Jesus!

Não, não, ser um espírito benevolente não tem nada a ver com religião, tem a ver com piedade e comiseração, com vontade de ajudar e sede de justiça, sem barganhar com Deus principalmente.

Mas para se tornar um benevolente requer muito esforço e dedicação, algo que eu e você precisamos e devemos nos esforçar para alcançar essa prática.

Tropeços, quedas, rolar no barranco, remar contra a correnteza tudo isso faz parte de um processo de contínuo aprendizado moral, intelectual e espiritual.

Cabe só a nós ter paciência para encarar todas essas intempéries de forma satisfatória e justa.

Falta a todos nós sabedoria, pois só através dela e não da inteligência poderemos alcançar um estágio de graça e plenitude e quem sabe espalhar o espírito de benevolência a todos que cruzarem nosso caminho.

Até a próxima.

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