A NATUREZA É PURAMENTE FEMININA
Sabe-se que a natureza não é tão masculina quanto se pensa. Tecer comentários a respeito disto reforça a tese que o homem é que domina a situação, que é ele quem manda.
Essa afirmação é falaciosa. A natureza é puramente feminina, há uma tendência natural de nascerem mais mulheres que homens. E isso frustra uma corrente de pensamento que acredita como já disse: que a dominação é masculina.
Nós homens somos uns intrusos neste meio dominado por mulheres, haja vista que só a mulher pode conceber uma criança, ou seja, um homem não pode ficar “grávido”.
A maternidade é algo curioso, a relação da mãe com o filho é um tanto quanto carnal, de simbiose e de profunda troca de interesses afetivos tão intensos que se torna quase que indescritíveis.
Como disse, nós homens, somos os invasores, alvos de mutações; sim porque nós só existimos graças a uma mutação. Observe: o cromossomo XX sofre uma variação XY que é o homem. O Y é como se fosse o X sem um prolongamento. Uma mutação.
O pai da psicanálise, Sigmund Freud, já havia atestado que a relação da mãe com o filho é algo propriamente cultural. Hoje, sabe-se que não é. Freud estava errado. A natureza interfere nessa relação.
E a própria natureza se encarregou de mostrar isso, pois a probabilidade de nascer uma criança do sexo feminino é muito maior do que nascer uma do sexo masculino.
A natureza no auge de sua beleza é extremamente feminina. Ainda bem!


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